Zuckerberg está disposto a pagar mais impostos no exterior
Durante a Conferência de Segurança de Munique, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse aceitar a criação de um regime tributário global para as grandes empresas de tecnologia.
Atualizado em 17/02/2020 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
de Munique, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse aceitar a criação de um regime tributário global para as grandes empresas de tecnologia.
Crédito: Andrew Harnik, File/AP Photo
“Aceitamos que [as reformas] possam significar que temos que pagar mais impostos e pagá-lo em diferentes lugares sob uma nova estrutura”, disse.
No ano passado, os esforços para aprovar um imposto digital na Europa fracassaram devido à oposição de vários países. Os EUA ameaçaram impor bilhões de dólares em tarifas retaliatórias a países que criam suas próprias regras fiscais digitais.
França e Áustria aprovaram regras nacionais de impostos digitais, embora Paris tenha suspendido a cobrança após a pressão de Washington. O Reino Unido também pretende avançar com planos semelhantes em abril.
“Entendo que há frustração sobre como as empresas de tecnologia são tributadas na Europa. Também queremos reforma tributária e fico feliz que a OCDE esteja analisando isso”, disse Zuckerberg.
Segundo o jornal Politico, os impostos digitais globais poderiam arrecadar até US$ 100 bilhões anualmente em economias de alta, média e baixa renda, de acordo com cálculos preliminares da OCDE.
Os maiores perdedores seriam os chamados centros de investimento, como Irlanda, Holanda e Luxemburgo, que possuem baixas taxas efetivas de imposto e uma alta proporção de investimentos estrangeiros em relação aos seus produtos internos brutos.
Crédito: Andrew Harnik, File/AP Photo
“Aceitamos que [as reformas] possam significar que temos que pagar mais impostos e pagá-lo em diferentes lugares sob uma nova estrutura”, disse.
No ano passado, os esforços para aprovar um imposto digital na Europa fracassaram devido à oposição de vários países. Os EUA ameaçaram impor bilhões de dólares em tarifas retaliatórias a países que criam suas próprias regras fiscais digitais.
França e Áustria aprovaram regras nacionais de impostos digitais, embora Paris tenha suspendido a cobrança após a pressão de Washington. O Reino Unido também pretende avançar com planos semelhantes em abril.
“Entendo que há frustração sobre como as empresas de tecnologia são tributadas na Europa. Também queremos reforma tributária e fico feliz que a OCDE esteja analisando isso”, disse Zuckerberg.
Segundo o jornal Politico, os impostos digitais globais poderiam arrecadar até US$ 100 bilhões anualmente em economias de alta, média e baixa renda, de acordo com cálculos preliminares da OCDE.
Os maiores perdedores seriam os chamados centros de investimento, como Irlanda, Holanda e Luxemburgo, que possuem baixas taxas efetivas de imposto e uma alta proporção de investimentos estrangeiros em relação aos seus produtos internos brutos.





