Zuckerberg anuncia plano para combater notícias falsas no Facebook
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa possui planos para tentar combater a circulação de notícias falsas na rede social.
Atualizado em 21/11/2016 às 17:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
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A companhia virou alvo de polêmica depois da eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, quando usuários, pesquisadores e colunistas de jornais alegaram que notícias falsas sobre os candidatos podem ter influenciado a escolha dos eleitores.
De acordo com a BBC, o CEO informou que a empresa elabora sete propostas para combater a desinformação de modo mais eficiente, como: - Desenvolver sistemas técnicos mais eficientes, para detectar o que as pessoas irão denunciar como falso antes que elas façam isso; - Tornar mais fácil o processo de denúncia reportagens falsas; - Fazer parcerias com organizações de checagem de fatos; - Rotular os links que foram denunciados como notícia falsa e mostrar avisos quando as pessoas lerem ou compartilharem estes links; - Aumentar a exigência de qualidade para os links que aparecem como "relacionados" na linha do tempo; - Dificultar o lucro dos sites de notícias falsas com anúncios; - Trabalhar com jornalistas para aprender métodos de checagem de fatos.
"Algumas dessas ideias irão funcionar e outras não, mas quero que vocês saibam que sempre levamos isso a sério, entendemos a importância deste assunto para nossa comunidade e estamos determinados a resolver isso", disse Zuckerberg.
Em uma conferência na Califórnia, o empresário destacou que a ideia de que notícias falsas na rede social teriam influenciado as eleições era "bem maluca". Na mensagem que publicou no último sábado (19/11), ele reafirmou que "o percentual de desinformação é relativamente pequeno".
A companhia virou alvo de polêmica depois da eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, quando usuários, pesquisadores e colunistas de jornais alegaram que notícias falsas sobre os candidatos podem ter influenciado a escolha dos eleitores.
De acordo com a BBC, o CEO informou que a empresa elabora sete propostas para combater a desinformação de modo mais eficiente, como: - Desenvolver sistemas técnicos mais eficientes, para detectar o que as pessoas irão denunciar como falso antes que elas façam isso; - Tornar mais fácil o processo de denúncia reportagens falsas; - Fazer parcerias com organizações de checagem de fatos; - Rotular os links que foram denunciados como notícia falsa e mostrar avisos quando as pessoas lerem ou compartilharem estes links; - Aumentar a exigência de qualidade para os links que aparecem como "relacionados" na linha do tempo; - Dificultar o lucro dos sites de notícias falsas com anúncios; - Trabalhar com jornalistas para aprender métodos de checagem de fatos.
"Algumas dessas ideias irão funcionar e outras não, mas quero que vocês saibam que sempre levamos isso a sério, entendemos a importância deste assunto para nossa comunidade e estamos determinados a resolver isso", disse Zuckerberg.
Em uma conferência na Califórnia, o empresário destacou que a ideia de que notícias falsas na rede social teriam influenciado as eleições era "bem maluca". Na mensagem que publicou no último sábado (19/11), ele reafirmou que "o percentual de desinformação é relativamente pequeno".





