WikiLeaks vazou acidentalmente documentos sem edição
A briga entre Julian Assange, co-fundador do WikiLeaks, e o ex-porta-voz do grupo, o alemão Daniel Domscheit-Berg, adquiriu um novo capítulo
Atualizado em 30/08/2011 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
. A revista noticiou, na última segunda-feira (29), que documentos sigilosos vazados pelo grupo do australiano foram publicados acidentalmente sem nenhuma edição, o que poderia prejudicar as fontes colaboradoras.
Segundo a revista, quando Domscheit-Berg rompeu com a organização, em setembro de 2010, ele levou parte dos documentos não publicados - inclusive um arquivo codificado, com 250 mil telegramas norte-americanos, e que estava protegido dentro de uma área de segurança no servidor. O ex-braço direito de Assange retornou parte dos documentos levados, inclusive o arquivo codificado, ao WikiLeaks. Ele publicaram as informações recuperadas em um arquivo público, uma espécie de memória dos documentos divulgados pela organização, porém, mas não perceberam que os despachos estavam na íntegra, sem edição dos nomes das fontes.
O próprio Domscheit-Berg, que fundou uma organização concorrente a de Assange, a Open Leaks, foi o responsável por apontar a falha do site e alertou à imprensa sobre a "falta de segurança" na plataforma do WikiLeaks. A Spiegel afirma que os veículos de comunicação, que publicaram os telegramas, certificaram-se de ocultar nomes nos documentos.
Com informações da Folha de S.Paulo
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Segundo a revista, quando Domscheit-Berg rompeu com a organização, em setembro de 2010, ele levou parte dos documentos não publicados - inclusive um arquivo codificado, com 250 mil telegramas norte-americanos, e que estava protegido dentro de uma área de segurança no servidor. O ex-braço direito de Assange retornou parte dos documentos levados, inclusive o arquivo codificado, ao WikiLeaks. Ele publicaram as informações recuperadas em um arquivo público, uma espécie de memória dos documentos divulgados pela organização, porém, mas não perceberam que os despachos estavam na íntegra, sem edição dos nomes das fontes.
O próprio Domscheit-Berg, que fundou uma organização concorrente a de Assange, a Open Leaks, foi o responsável por apontar a falha do site e alertou à imprensa sobre a "falta de segurança" na plataforma do WikiLeaks. A Spiegel afirma que os veículos de comunicação, que publicaram os telegramas, certificaram-se de ocultar nomes nos documentos.
Com informações da Folha de S.Paulo
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