WikiLeaks não será alvo de investigação na Austrália
WikiLeaks não será alvo de investigação na Austrália
Atualizado em 17/12/2010 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta sexta-feira (17), a Polícia Federal da Austrália anunciou que desistiu de investigar o site WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, por considerar que a página não infringiu a legislação do país ao divulgar documentos secretos sobre a diplomacia dos EUA.
Em comunicado oficial, as autoridades do país disseram que haviam concluído "a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana". Em novembro, o WikiLeaks vazou mais de 250 mil documentos sigilosos que revelavam os bastidores da diplomacia norte-americana. O fato foi condenado pela Casa Branca, que acusou o site de colocar em risco vidas de americanos e aliados do país.
Segundo informações da France Presse, o anúncio da polícia australiana foi feito dias depois que o governo e a primeira-dama do país, Julia Gillard, afirmarem que as atividades do WikiLeaks eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
O fundador do WikiLeaks também virou alvo da Justiça, porém por outros motivos. Assange foi acusado na Suécia de cometer crimes sexuais e teve sua ordem de captura emitida pela Justiça sueca e pela Interpol. Além disso, o banco suíço PostFinance fechou a conta aberta pela organização para recebimento de doações, e as empresas de cartão de crédito Mastercard, Visa e PayPal anunciaram que bloqueariam os pagamentos feitos ao site.
Preso em Londres, Inglaterra, desde o dia 7 de dezembro, Assange foi solto após a Alta Corte do Reino Unido ter concedido a ele o direito à liberdade condicional na última quinta (16), mediante pagamento de fiança no valor de 240 mil libras. O australiano recebeu apoio de personalidades, como o cineasta norte-americano Michael Moore, que se prontificaram a fazer doações para ajudar em sua libertação.
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Em comunicado oficial, as autoridades do país disseram que haviam concluído "a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana". Em novembro, o WikiLeaks vazou mais de 250 mil documentos sigilosos que revelavam os bastidores da diplomacia norte-americana. O fato foi condenado pela Casa Branca, que acusou o site de colocar em risco vidas de americanos e aliados do país.
Segundo informações da France Presse, o anúncio da polícia australiana foi feito dias depois que o governo e a primeira-dama do país, Julia Gillard, afirmarem que as atividades do WikiLeaks eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
O fundador do WikiLeaks também virou alvo da Justiça, porém por outros motivos. Assange foi acusado na Suécia de cometer crimes sexuais e teve sua ordem de captura emitida pela Justiça sueca e pela Interpol. Além disso, o banco suíço PostFinance fechou a conta aberta pela organização para recebimento de doações, e as empresas de cartão de crédito Mastercard, Visa e PayPal anunciaram que bloqueariam os pagamentos feitos ao site.
Preso em Londres, Inglaterra, desde o dia 7 de dezembro, Assange foi solto após a Alta Corte do Reino Unido ter concedido a ele o direito à liberdade condicional na última quinta (16), mediante pagamento de fiança no valor de 240 mil libras. O australiano recebeu apoio de personalidades, como o cineasta norte-americano Michael Moore, que se prontificaram a fazer doações para ajudar em sua libertação.
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