Wall Street Journal sofre críticas em texto sobre mudanças climáticas
Apesar de se mostrar constantemente cético em relação ao aquecimento global, o periódico nova-iorquino Wall Street Journal (WSJ) não pode negar que o clima esquentou para seu lado nos últimos dias.
Atualizado em 02/02/2012 às 18:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última sexta-feira (27/1), o jornal publicou um editorial baseado no s estudos de William Nordhaus, professor de economia da universidade americana Yale,questionando a legitimidade das mudanças climáticas, causando polêmica entre outros jornais e revistas que costumam tratar sobre o tema.
De acordo com texto apresentado pelo WSJ, assinado por 16 cientistas, “talvez o fato mais inconveniente [contra o argumento das mudanças climáticas] é a falta de aquecimento global por mais de dez anos”.
A revista Forbes rebateu as informações apresentadas pelo WSJ, afirmando que o jornal escolheu publicar o texto assinado por 16 cientistas, em vez de publicar outro editorial, assinado por 255 cientistas, que explicava as mudanças climáticas e a influência das atividades humanas nesse fenômeno.
“O texto deturpou completamente meu trabalho. Há muito tempo considero que as políticas para desacelerar o aquecimento global teriam benefícios econômicos líquidos de trilhões de dólares”, comentou Nordhaus, ao NY Times.
Além das críticas de outras publicações, o WSJ também recebeu uma retaliação de cientistas climáticos que leram o editorial. Em uma carta recebida pelo jornal, 38 especialistas em clima contrapuseram as justificativas do texto.
Com informações do Ambiente Já.
Leia mais

De acordo com texto apresentado pelo WSJ, assinado por 16 cientistas, “talvez o fato mais inconveniente [contra o argumento das mudanças climáticas] é a falta de aquecimento global por mais de dez anos”.
A revista Forbes rebateu as informações apresentadas pelo WSJ, afirmando que o jornal escolheu publicar o texto assinado por 16 cientistas, em vez de publicar outro editorial, assinado por 255 cientistas, que explicava as mudanças climáticas e a influência das atividades humanas nesse fenômeno.
“O texto deturpou completamente meu trabalho. Há muito tempo considero que as políticas para desacelerar o aquecimento global teriam benefícios econômicos líquidos de trilhões de dólares”, comentou Nordhaus, ao NY Times.
Além das críticas de outras publicações, o WSJ também recebeu uma retaliação de cientistas climáticos que leram o editorial. Em uma carta recebida pelo jornal, 38 especialistas em clima contrapuseram as justificativas do texto.
Com informações do Ambiente Já.
Leia mais






