Vozes da floresta
Vozes da floresta
O Fórum Latino-Americano Amazônia, Sustentabilidade & Imprensa convidou a mídia, pesquisadores e autoridades para debaterem as pautas sobre preservação ambiental
Uma área com mais de 6,5 milhões de quilômetros quadrados e 17 territórios que, juntos, possuem um dos maiores PIBs do continente latino-americano. Lendo dessa forma, pode-se pensar em um país. Mas a Amazônia é muito mais que isso. Fonte de riquezas naturais incomensuráveis, a região vive há décadas sobre uma delicada balança que tenta equilibrar valores contrários como medo e sedução, ganância e preservação. A exploração inconseqüente e a falta de notícias coesas sobre a região deixam o Brasil e o mundo em alerta para o perigo que representa ultrapassar os limites que o ecossistema amazônico pode suportar. Então, como fornecer, afinal, informação consistente sobre as forças em jogo na vastidão desse território? Debater essa questão foi um dos principais motes do Fórum Latino-Americano Amazônia, Sustentabilidade & Imprensa, realizado entre os dias 3 e 5 de novembro em Manaus (AM) pela IMPRENSA editorial, com apoio de mídia da Rede Amazônica e patrocínio da Petrobras, Governo do Estado do Amazonas e Natura. Autoridades, pesquisadores e jornalistas refletiram e trocaram idéias sobre temas fundamentais, relacionados ao papel da imprensa, da ciência, da economia e, principalmente, da sociedade. O foco social - e logo, ecológico - esteve no painel de abertura, chamado "A mata e suas vozes: conversas transamazônicas". A mesa foi composta pela radialista e apresentadora do programa "Natureza Viva" da EBC, Mara Régia Di Perna; pelo editor da National Geographic brasileira, Mathew Shirts; e pelo ator e apresentador do programa "Um Mundo para Chamar de Seu" da GNT, Daniel Dottori. O objetivo principal foi debater a importância de mesclar as diferentes vozes do universo amazônico, aquele que está não apenas no dia-a-dia do índio e das comunidades ribeirinhas, mas vai além dos limites da floresta, presente também no cotidiano dos cidadãos das grandes cidades do Sudeste brasileiro e na consciência dos habitantes do Primeiro Mundo.
Leia matéria completa na edição 241 de IMPRENSA






