Voltada para público LGBT, rede social ganha notoriedade na América Latina
Com proposta específica para o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), a rede social GPSGAY vem ganhando espaço na América Latina.
Atualizado em 09/02/2015 às 15:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), a rede social vem ganhando espaço na América Latina. Prova disso é que, em alguns meses, já conta com quase 200 mil usuários.
Crédito:Reprodução Rede social para o público LGBT ganha usuários na América Latina
De acordo com EFE, a GPSGAY, que além de seu site apresenta uma versão para celular, é diferente dos populares sites de namoro e sexo. A rede social tem o objetivo de promover o relacionamento entre amigos, divulgar vídeos, compartilhar de fotos e dicas de lugares e hotéis para os usuários.
Para Magdalena Rodríguez e Rosário Monteverde, recém-casadas e fundadoras do projeto, o público homossexual precisa de porta-vozes com a mesma opção sexual. ‘’ Acredito que para fazer, por exemplo, uma rede social voltada para a comunidade judaica, os criadores devem ser judeus, porque é necessário ter uma sensibilidade especial, compreender o assunto e muitas questões que têm a ver com a história desta comunidade. O mesmo acontece com os gays’’, disse Magdalena.
Segundo as fundadoras, mais de 50% dos usuários da GPSGAY são homossexuais; além disso, 60% dos usuários são homens e 40% são mulheres. Entre os países, que mais acessam a ferramenta estão o México, com cerca de 25% da rede, seguido pela Colômbia, com 20%, Venezuela, com 14% e Argentina, com 10%.
Crédito:Reprodução Rede social para o público LGBT ganha usuários na América Latina
De acordo com EFE, a GPSGAY, que além de seu site apresenta uma versão para celular, é diferente dos populares sites de namoro e sexo. A rede social tem o objetivo de promover o relacionamento entre amigos, divulgar vídeos, compartilhar de fotos e dicas de lugares e hotéis para os usuários.
Para Magdalena Rodríguez e Rosário Monteverde, recém-casadas e fundadoras do projeto, o público homossexual precisa de porta-vozes com a mesma opção sexual. ‘’ Acredito que para fazer, por exemplo, uma rede social voltada para a comunidade judaica, os criadores devem ser judeus, porque é necessário ter uma sensibilidade especial, compreender o assunto e muitas questões que têm a ver com a história desta comunidade. O mesmo acontece com os gays’’, disse Magdalena.
Segundo as fundadoras, mais de 50% dos usuários da GPSGAY são homossexuais; além disso, 60% dos usuários são homens e 40% são mulheres. Entre os países, que mais acessam a ferramenta estão o México, com cerca de 25% da rede, seguido pela Colômbia, com 20%, Venezuela, com 14% e Argentina, com 10%.





