"Você teve sorte de não ser morto", diz brasileiro a repórter alemão assaltado no AM
Lutz Wöckener, do jornal Die Welt, teve o smartphone e uma carteira roubados.
Atualizado em 18/06/2014 às 09:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O repórter alemão Lutz Wöckener, do jornal Die Welt , foi assaltado na última quinta-feira (12/6), no dia da abertura da Copa de Mundo, enquanto seguia para a Fifa Fan Fest em Manaus (AM), uma das sedes do evento. Segundo ele, ao ser socorrido ouviu de um popular que teve sorte, pois se tivesse em um local mais violento poderia ter sido morto.
Em publicada no Die Welt na última segunda-feira (16/6), Wöckener relata que a ação ocorreu quando tentava pegar um ônibus. Diante de sucessivos veículos lotados, resolveu ir para a parada anterior e gravar um vídeo para mostrar a situação. Foi quando tentaram arrancar o iPhone de suas mãos.
Crédito:Reprodução Wockner teve dois celulares roubados, além de sua carteira, em Manaus O jornalista tentou impedir o assalto, mas percebeu que o criminoso estava armado e deixou que o aparelho fosse levado, assim como o dinheiro e outro celular que carregava, com um número brasileiro.
Após o susto, e também por conta do calor dentro do ônibus lotado, Wöckener disse ter tido um problema de pressão. Sua lembrança é de uma mulher jogando água em sua nuca e perguntando se estava tudo bem. Um homem que estava perto disse que o jornalista teve sorte de não estar em “São Paulo ou Belo Horizonte”, onde, segundo relatou, pessoas já morreram por causa de um celular.
Em publicada no Die Welt na última segunda-feira (16/6), Wöckener relata que a ação ocorreu quando tentava pegar um ônibus. Diante de sucessivos veículos lotados, resolveu ir para a parada anterior e gravar um vídeo para mostrar a situação. Foi quando tentaram arrancar o iPhone de suas mãos.
Crédito:Reprodução Wockner teve dois celulares roubados, além de sua carteira, em Manaus O jornalista tentou impedir o assalto, mas percebeu que o criminoso estava armado e deixou que o aparelho fosse levado, assim como o dinheiro e outro celular que carregava, com um número brasileiro.
Após o susto, e também por conta do calor dentro do ônibus lotado, Wöckener disse ter tido um problema de pressão. Sua lembrança é de uma mulher jogando água em sua nuca e perguntando se estava tudo bem. Um homem que estava perto disse que o jornalista teve sorte de não estar em “São Paulo ou Belo Horizonte”, onde, segundo relatou, pessoas já morreram por causa de um celular.





