Violência contra jornalista no Brasil é "rotineira", alerta relatório da SIP
Um relatório preliminar da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) divulgado no último sábado (1º) na Guatemala alerta que os casos de violência contra jornalistas no Brasil são "rotineiros", têm origem em diversos setores e assumem "múltiplas formas", como abusos físicos, ameaças, insultos, intimidações e vandalismo.
Atualizado em 03/04/2017 às 14:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Agência Brasil
"A violência contra os jornalistas é realizada em grande medida pela polícia, que tergiversa suas funções e demonstra a falta total de preparo para cumprir suas atividades durante a cobertura dos veículos de imprensa", adverte o documento segundo a Efe.
Uma pesquisa da Associação Nacional de Periódicos (ANJ) mostra no período analisado (de outubro de 2016 até fevereiro último) 14 casos de agressões físicas, quatro de ameaças, dois de intimidação, três de vandalismo e cinco de ofensas.
"A violência contra os jornalistas é realizada em grande medida pela polícia, que tergiversa suas funções e demonstra a falta total de preparo para cumprir suas atividades durante a cobertura dos veículos de imprensa", adverte o documento segundo a Efe. Uma pesquisa da Associação Nacional de Periódicos (ANJ) mostra no período analisado (de outubro de 2016 até fevereiro último) 14 casos de agressões físicas, quatro de ameaças, dois de intimidação, três de vandalismo e cinco de ofensas.





