Vice-presidente do Facebook comenta detenção no Brasil pela rede social
O vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan, usou a própria rede social para comentar sua detenção no Brasil, que ganhou repercussão internacional.
Atualizado em 03/03/2016 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
a América Latina, , usou a própria rede social para comentar sua detenção no Brasil, que ganhou repercussão internacional. Ele foi acusado de não passar informações solicitadas pela justiça do Sergipe para investigações sobre tráfico interestadual de drogas.
Crédito:Reprodução/Facebook Executivo diz que respeita leis do Brasil e que tem como meta diálogo com as autoridades
“Estou de volta à minha mesa e queria agradecer a todos pela imensa demonstração de apoio recebido durante as últimas 24 horas. Minha caixa de entrada foi inundada com mensagens calorosas de todo o mundo — cada uma das suas mensagens fez uma grande diferença e eu os levo em meu coração", .
Dzodan ressaltou que a preocupação do Brasil com serviços como o Facebook é recíproca da rede social com o país. "Temos o maior respeito para o Brasil e suas leis, e sua sempre foi a nossa meta de ter um diálogo construtivo com as autoridades", afirmou.
Na manhã da última quarta-feira (2/3), o executivo deixou o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo (SP), após obter habeas corpus. Em sua decisão, o desembargador Ruy Pinheiro avaliou que "o paciente está a sofrer evidente coação ilegal" e disse considerar precipitada a detenção preventiva.
Crédito:Reprodução/Facebook Executivo diz que respeita leis do Brasil e que tem como meta diálogo com as autoridades
“Estou de volta à minha mesa e queria agradecer a todos pela imensa demonstração de apoio recebido durante as últimas 24 horas. Minha caixa de entrada foi inundada com mensagens calorosas de todo o mundo — cada uma das suas mensagens fez uma grande diferença e eu os levo em meu coração", .
Dzodan ressaltou que a preocupação do Brasil com serviços como o Facebook é recíproca da rede social com o país. "Temos o maior respeito para o Brasil e suas leis, e sua sempre foi a nossa meta de ter um diálogo construtivo com as autoridades", afirmou.
Na manhã da última quarta-feira (2/3), o executivo deixou o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo (SP), após obter habeas corpus. Em sua decisão, o desembargador Ruy Pinheiro avaliou que "o paciente está a sofrer evidente coação ilegal" e disse considerar precipitada a detenção preventiva.





