Vice-presidente da Argentina critica inspeção da Receita em empresas do grupo Clarín
Vice-presidente da Argentina critica inspeção da Receita em empresas do grupo Clarín
| Divulgação |
| Julio Cobos |
Cobos disse que a operação - estendida ao turno da noite na residência dos diretores do grupo - "é difícil de entender" e que "parece uma ação intimidatória".
Três horas após a fiscalização na sede do jornal Clarín , e em outras sete empresas do grupo, o editor-geral do jornal, Ricardo Kirchbaum disse ter recebido um telefonema de Ricardo Echegaray - diretor da Receita - pedindo desculpas pelo incidente. Na ocasião, o chefe do fisco argentino afirmou ainda que não tinha conhecimento da blitz e que demitira três responsáveis.
"Fico feliz que Echegaray tenha se retificado corrigiu-se, mas temos que pedir mais explicações", disse Cobos, em entrevista ao canal argentino Todo Notícias.
A ação foi classificada pelo jornal como uma forma de intimidação do governo da presidente Cristina Kirchner contra recentes publicações. Na última delas, veiculada no mesmo dia da inspeção, o Clarín denunciou que Echegaray concedeu subsídio de R$ 4, 7 milhões a uma empresa pecuária sem licença para atuar.
Após o incidente, o preço das ações do Clarín na Bolsa de Valores de Buenos Aires fechou em baixa de 1,6%. A informação é da Folha de S.Paulo .
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