Vereador de Manaus pede demissão de jornalistas da Câmara Muncipal
O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Isaac Tayah (PTB), ignorou o pedido do vereador Leonel Feitoza e informou que não iria demitir os jornalistas da diretoria de Comunicação da Câmara, informa o Diário do Amazonas, nesta terça-feira (19).
Atualizado em 19/07/2011 às 12:07, por
Daniela Ades.
de Manaus (CMM), Isaac Tayah (PTB), ignorou o pedido do vereador Leonel Feitoza e informou que não iria demitir os jornalistas da diretoria de Comunicação da Câmara, informa o Diário do Amazonas, nesta terça-feira (19).
Feitoza fez o pedido na sessão da última segunda-feira (18). Ele contesta uma reportagem publicada no jornal Amazonas em Tempo, na sexta-feira (15) , elaborada com informações concedidas pela assessoria da presidência da Câmara, que trata de uma sindicância "para apurar a utilização de documentos e carimbos falsos (...) nas gestões dos vereadores Leonel Feitoza e Luiz Alberto Carijó".
Hiel Levy, diretor da área de Comunicação da CMM, contou ao Portal IMPRENSA que a reportagem veiculada no jornal local antecipou informações de uma investigação realizada na Câmara para apurar sobre supostas fraudes realizadas por empresas com licitações no estado. Segundo Levy, a manchete continha erros ao associar os nomes de Leonel Feitoza e Luiz Alberto Carijó às fraudes, por causa do fato de ambos terem ocupado cargos cargos de presidência no período em que as acusações ocorreram. "Os dois ficaram muito chateados, até porque uma das fontes apontadas foi a assessoria da presidência da Câmara. Eles ficaram aviltados com a situação e solicitaram uma posição".
Segundo o vereador, as informações concedidas pela diretoria de comunicação eram "tendenciosas" e parciais. Ele proibiu publicação de novas notícias a respeito dele pela equipe. Levy explica à IMPRENSA que as informações passadas ao Amazonas em Tempo foram apenas aquelas requeridas pela equipe do jornal. A reação extrema de vereador decorre de um atrito entre ele e a diretoria, principalmente por que Levy já foi assessor de comunicação do senador Eduardo Braga, desafeto de Feitoza. "O vereador acha que tudo é uma vendeta pessoal contra ele. (...) O Carijó teve uma posição sensata e encerrou o assunto de forma equilibrada", explicou o diretor sobre a atitude do outro vereador envolvido. " O Feitoza tem essa fama em Manaus de acusar a imprensa e jornalistas pelas histórias em que está envolvido", conclui, afirmando que esta não é a primeira vez que ele culpa a imprensa.
Leonel Feitoza ameaçou processar o presidente da Casa. Tayah diz, por meio de sua assessoria, que está tranqüilo, pois não verificou erro por parte da diretoria. "Ele sabe que não houvermaldade, nós procuramos fazer um trabalho para o Poder e não para uns e outros", conta Levy.
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Feitoza fez o pedido na sessão da última segunda-feira (18). Ele contesta uma reportagem publicada no jornal Amazonas em Tempo, na sexta-feira (15) , elaborada com informações concedidas pela assessoria da presidência da Câmara, que trata de uma sindicância "para apurar a utilização de documentos e carimbos falsos (...) nas gestões dos vereadores Leonel Feitoza e Luiz Alberto Carijó".
Hiel Levy, diretor da área de Comunicação da CMM, contou ao Portal IMPRENSA que a reportagem veiculada no jornal local antecipou informações de uma investigação realizada na Câmara para apurar sobre supostas fraudes realizadas por empresas com licitações no estado. Segundo Levy, a manchete continha erros ao associar os nomes de Leonel Feitoza e Luiz Alberto Carijó às fraudes, por causa do fato de ambos terem ocupado cargos cargos de presidência no período em que as acusações ocorreram. "Os dois ficaram muito chateados, até porque uma das fontes apontadas foi a assessoria da presidência da Câmara. Eles ficaram aviltados com a situação e solicitaram uma posição".
Segundo o vereador, as informações concedidas pela diretoria de comunicação eram "tendenciosas" e parciais. Ele proibiu publicação de novas notícias a respeito dele pela equipe. Levy explica à IMPRENSA que as informações passadas ao Amazonas em Tempo foram apenas aquelas requeridas pela equipe do jornal. A reação extrema de vereador decorre de um atrito entre ele e a diretoria, principalmente por que Levy já foi assessor de comunicação do senador Eduardo Braga, desafeto de Feitoza. "O vereador acha que tudo é uma vendeta pessoal contra ele. (...) O Carijó teve uma posição sensata e encerrou o assunto de forma equilibrada", explicou o diretor sobre a atitude do outro vereador envolvido. " O Feitoza tem essa fama em Manaus de acusar a imprensa e jornalistas pelas histórias em que está envolvido", conclui, afirmando que esta não é a primeira vez que ele culpa a imprensa.
Leonel Feitoza ameaçou processar o presidente da Casa. Tayah diz, por meio de sua assessoria, que está tranqüilo, pois não verificou erro por parte da diretoria. "Ele sabe que não houvermaldade, nós procuramos fazer um trabalho para o Poder e não para uns e outros", conta Levy.
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