Veja é condenada por fake News sobre nascimento de filha de Alexandre Padilha
O casal Alexandre Padilha e Thassia Alves saíram vitoriosos em uma ação que moviam contra o jornalista Felipe Moura Brasil e a revista Veja,
O casal Alexandre Padilha e Thassia Alves saíram vitoriosos em uma ação que moviam contra o jornalista Felipe Moura Brasil e a revista Veja , por causa de uma fake news sobre o nascimento de sua filha Melissa, em 2015.
Crédito:Reprodução Youtube
A decisão foi publicada no Diário Oficial de Justiça do dia 1º de junho e noticiada pelo Blog da Maria Frô , na versão on-line da Revista Fórum .
Em fevereiro de 2015, o jornalista, que atualmente integra a equipe do Antagonista, publicou uma matéria na Veja com o título “farsa no SUS”.
Nela ele fazia referência ao nascimento prematuro de Melissa e a sua internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte da capital paulista, durante 28 dias.
Na reportagem, Brasil falou que o ex-ministro da Saúde teria chamando médicos de sua confiança e de hospitais particulares para realizarem o parto e o cuidado da criança, não se submetendo ao mesmo tipo de atendimento e tratamento que o Sistema Único de Saúde oferece a qualquer usuário.
Na época, Padilha e Thassia, que precisou interromper a sua gravidez antes do tempo depois de ter sido diagnosticada com pré-eclâmpsia, doença campeã de óbitos de gestantes no Brasil, optaram por não tomar nenhuma atitude judicial e dedicarem sua atenção exclusivamente aos cuidados da filha.
Pouco tempo depois, Padilha virou secretário municipal de Saúde e, para evitar que tivesse qualquer exploração de dizer que o processo estaria contaminado, entre outros aspectos, eles optaram por não entrar com o processo de imediato.
A ação foi ajuizada logo após o fim do mandato de Padilha. Nela o casal pediu indenização por danos morais e a retirada da reportagem do ar. A decisão estabeleceu, no entanto, apenas o pagamento de uma indenização de R$ 10 mil.
Segundo o advogado do casal, João Vicente Augusto Neves, eles vão recorrer da decisão, solicitando que a matéria seja retirada do ar, e pedindo para que o valor da indenização seja reajustado.
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