Veículos da imprensa realizam ações no Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher
Nesta segunda-feira (25), veículos da imprensa realizaram ações especiais para o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher&nb
Atualizado em 26/11/2019 às 08:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Veículos da imprensa realizaram ações especiais para o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, nesta segunda-feira (25).
O Universa (UOL) lançou a campanha #LuteComElas para chamar atenção para as milhares de vítimas no mundo e mostrar caminhos possíveis para acabar com esse tipo de violência. Além disso,
Já o portal Catraca Livre realizou a campanha #ElaNãoPediu. A ideia do portal foi desmistificar frases que são reproduzidas pela sociedade que culpabilizam a vítima. O assunto ficou entre os mais discutidos na rede social Twitter, com comentários de jornalistas e artistas.
Crédito:Twitter
O portal divulgou ainda uma websérie com quatro episódios com histórias de mulheres vítimas da violência doméstica pelo Brasil.
Retrospectiva O site EL País Brasil reuniu reportagens e textos de opinião sobre a violência contra a mulher. Um exemplo foi a publicação da antropóloga brasileira Debora Diniz e da cientista política argentina Giselle Carino.
O portal R7 reuniu notícias de casos de feminicídio pelo país na página .
A Revista AzMina relembrou nas redes sociais conteúdos anteriormente produzidos sobre temas como relacionamentos abusivos, violência psicológica, violência doméstica e violência patrimonial.
Já a página Gênero e Número publicou nas redes sociais reportagens que ilustram o cotidiano de violências, violações e discriminações vivenciadas por mulheres no país.
O Universa (UOL) lançou a campanha #LuteComElas para chamar atenção para as milhares de vítimas no mundo e mostrar caminhos possíveis para acabar com esse tipo de violência. Além disso,
Já o portal Catraca Livre realizou a campanha #ElaNãoPediu. A ideia do portal foi desmistificar frases que são reproduzidas pela sociedade que culpabilizam a vítima. O assunto ficou entre os mais discutidos na rede social Twitter, com comentários de jornalistas e artistas.
Crédito:Twitter
O portal divulgou ainda uma websérie com quatro episódios com histórias de mulheres vítimas da violência doméstica pelo Brasil.
Retrospectiva O site EL País Brasil reuniu reportagens e textos de opinião sobre a violência contra a mulher. Um exemplo foi a publicação da antropóloga brasileira Debora Diniz e da cientista política argentina Giselle Carino.
O portal R7 reuniu notícias de casos de feminicídio pelo país na página .
A Revista AzMina relembrou nas redes sociais conteúdos anteriormente produzidos sobre temas como relacionamentos abusivos, violência psicológica, violência doméstica e violência patrimonial.
Já a página Gênero e Número publicou nas redes sociais reportagens que ilustram o cotidiano de violências, violações e discriminações vivenciadas por mulheres no país.





