Vaticano abre investigação contra jornalistas por suposto roubo de documentos
O Vaticano abriu uma investigação "por cumplicidade no roubo de documentos" contra os jornalistas italianos Gialuigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi, autores de livros sobre a corrupção na igreja católica, informou a AFP.
Atualizado em 12/11/2015 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
cumplicidade no roubo de documentos" contra os jornalistas italianos Gialuigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi, autores de livros sobre a corrupção na igreja católica, informou a AFP.
Crédito:Reprodução/Facebook/Twitter Jornalistas serão investigados por roubo de documentos da Santa Sé
"A magistratura vaticana adquiriu elementos que demonstram com evidência a cumplicidade no crime" de roubo de documentos, uma infração introduzida pelo Papa Francisco em julho de 2013, explicou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
As obras "Vía Crucis", de Nuzzi, e "Avaricia", de Fittipaldi, revelam também a resistência interna contra as reformas propostas pelo Papa Francisco. As denúncias são baseadas em documentos, gravações, e-mails, atas de reuniões e fotos roubadas dos escritórios do Vaticano.
A divulgação de dados relembra o vazamento de arquivos confidenciais denominado "Vatileaks", que marcou o fim do pontificado de Bento XVI, em 2012. O escândalo repercutiu há dez dias com a prisão do padre espanhol Lucio Anjo Vallejo Balda, acusado de divulgar os documentos.
Além dele, foi presa e logo depois liberada Francesca Chaouqui, consultora de Vallejo Balda na comissão criada em 2013 para avaliar a reforma econômica e organizacional da Santa Sé.
Crédito:Reprodução/Facebook/Twitter Jornalistas serão investigados por roubo de documentos da Santa Sé
"A magistratura vaticana adquiriu elementos que demonstram com evidência a cumplicidade no crime" de roubo de documentos, uma infração introduzida pelo Papa Francisco em julho de 2013, explicou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
As obras "Vía Crucis", de Nuzzi, e "Avaricia", de Fittipaldi, revelam também a resistência interna contra as reformas propostas pelo Papa Francisco. As denúncias são baseadas em documentos, gravações, e-mails, atas de reuniões e fotos roubadas dos escritórios do Vaticano.
A divulgação de dados relembra o vazamento de arquivos confidenciais denominado "Vatileaks", que marcou o fim do pontificado de Bento XVI, em 2012. O escândalo repercutiu há dez dias com a prisão do padre espanhol Lucio Anjo Vallejo Balda, acusado de divulgar os documentos.
Além dele, foi presa e logo depois liberada Francesca Chaouqui, consultora de Vallejo Balda na comissão criada em 2013 para avaliar a reforma econômica e organizacional da Santa Sé.





