Varejistas se unem para cobrir imagens sensuais de capas dos jornais no Reino Unido
Varejistas entendem que as imagens publicadas nas páginas principais de jornais ingleses são negativas aos olhos de uma família britânica.
Atualizado em 25/11/2014 às 15:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os principais jornais britânicos deixaram de usar a imagem como recurso para atrair o leitor nos pontos de venda do Reino Unido. A decisão, porém, não partiu dos veículos, mas sim, de duas redes de varejo, que dominam parte do mercado inglês. A Tesco e a Waitrose se uniram para evitar que as fotos consideradas apelativas pudessem ser apreciadas aos ‘olhos de uma criança’.
Crédito:Reprodução/Child Eyes Tesco adotou bancas customizadas para evitar acesso das crianças às notícias sensacionalistas
A restrição, porém, foi tomada de modo único por cada supermercado. A Tesco teve que customizar as suas bancas de jornal para garantir que seus clientes pudessem ver apenas os cabeçalhos de um diário. O esforço foi realizado em todas as suas 3.300 lojas. Já a Waitrose preferiu mudar as suas gôndolas para que algumas páginas fossem removidas da linha de visão das crianças.
Segundo o Guardian , a medida atende ao desejo de grupos de ativistas favoráveis à mudança no layout dos tabloides. Entre eles, se destacam 'Child Eyes' e 'No More Page 3', que trabalham há meses por uma ação nesse sentido. Eles alegam que as chamadas "tarjas de destaque" costumam conter 'imagens sexualizadas de mulheres jovens' nas primeiras páginas dos jornais na Inglaterra.
Crédito:Reprodução/Child Eyes Tesco adotou bancas customizadas para evitar acesso das crianças às notícias sensacionalistas
A restrição, porém, foi tomada de modo único por cada supermercado. A Tesco teve que customizar as suas bancas de jornal para garantir que seus clientes pudessem ver apenas os cabeçalhos de um diário. O esforço foi realizado em todas as suas 3.300 lojas. Já a Waitrose preferiu mudar as suas gôndolas para que algumas páginas fossem removidas da linha de visão das crianças.
Segundo o Guardian , a medida atende ao desejo de grupos de ativistas favoráveis à mudança no layout dos tabloides. Entre eles, se destacam 'Child Eyes' e 'No More Page 3', que trabalham há meses por uma ação nesse sentido. Eles alegam que as chamadas "tarjas de destaque" costumam conter 'imagens sexualizadas de mulheres jovens' nas primeiras páginas dos jornais na Inglaterra.





