USP e "Estadão" relançam biblioteca digital de dados sobre corrupção

A maior biblioteca digital especializada em corrupção do mundo, a Corrupteca, criada pela USP e pelo jornal O Estado de S. Paulo, será

Atualizado em 02/07/2015 às 15:07, por Redação Portal IMPRENSA.

A maior biblioteca digital especializada em corrupção do mundo, a Corrupteca, criada pela USP e pelo jornal O Estado de S. Paulo , será relançada na próxima sexta-feira (3/7) durante a Festa Literária Internacional de Paraty ( ).
De acordo com o Estadão Conteúdo, essa nova versão da Corrupteca, também chamada de Biblioteca Digital da Corrupção, ampliou sua base de pesquisa de 90 mil para 8 milhões de itens que podem ser pesquisados.

Crédito:Reprodução Projeto amplia acervo para 8 milhões de itens de pesquisa
Nessa nova fase do projeto poderá ser coletada qualquer informação sobre corrupção publicada no acervo do jornal desde sua fundação. Outra novidade é a nova base de dados da Biblioteca Digital do Senado Federal. Na parte e acervo estrangeiro estarão disponíveis para pesquisa o conteúdo presente no acervodas universidades de Harvard, Yale, MIT e da Biblioteca Nacional da França.
Segundo um dos idealizadores do projeto e professor da USP, José Álvaro Moisés, o novo projeto fica “mais robusto e acontece em um momento em que a corrupção é o centro da crise do atual governo”.

O diretor de conteúdo do Estadão, Ricardo Gandour, disse que desde a total digitalização do conteúdo do Grupo Estado, várias frentes de aplicação surgiram. “Um dos frutos mais surpreendentes é o trabalho em torno da Corrupteca, a linha do tempo da corrupção”, concluiu.