USF1 critica revista que contesta sua presença na temporada 2010 de F-1

USF1 critica revista que contesta sua presença na temporada 2010 de F-1

Atualizado em 09/11/2009 às 17:11, por Redação Portal IMPRENSA.

Uma reportagem da revista Auto Motor und Sport foi duramente criticada pelo diretor-esportivo da USF1, Peter Windsor, o qual estará à frente da equipe norte-americana caso ela dispute a próxima temporada do campeonato de Fórmula 1.

A matéria indica que, por conta da falta do crash-test do carro da equipe, existe a possibilidade que a mesma não receba autorização para participar do campeonato do ano que vem. Na opinião de Windsor, a publicação agiu em nome de interesses da equipe BMW Sauber que tem sua permanência na F-1 seriamente ameaçada.

"A reportagem parece ter saído da Suíça e da Alemanha, terras da BMW e da Sauber. Uma revista muito respeitada informou seus leitores de que não fizemos os crash-tests de nenhum componente e que, por isso, temos 'zero' chances de participar do Mundial. Mas a realidade é que já testamos com sucesso vários componentes do carro e estamos seguindo o cronograma para fazermos mais testes em dezembro", disse Windsor em entrevista à revista GPWeek .

O dirigente observou, ainda, que sua equipe, no momento, não tem preocupação de apresentar o desenvolvimento do carro à imprensa e questionou novamente os argumentos apresentados pela Auto Motor. "Como todos os times, estamos com as nossas cabeças voltadas ao trabalho. Não estamos preocupados em passar cada minuto dizendo o que está sendo feito. A questão é por que uma revista como essa foi tão descuidada depois de anos de serviços sólidos".

Windsor também garantiu que não foi consultado em nenhuma questão sobre a proibição de vender a vagas das equipes para a temporada de 2010. Ele observou que a USF1 não negociará sua vaga. "Não faço ideia do que está sendo dito, já que nunca fui perguntado sobre nada disso. Sobre a gente, só posso repetir o que Ken (Anderson) e eu temos dito desde que assinamos o Pacto da Concórdia: vamos correr em 2010, e nossa vaga não está à venda".

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