Universidade dos EUA proíbe redes sociais por uma semana para avaliar "abstinência"
Universidade dos EUA proíbe redes sociais por uma semana para avaliar "abstinência"
Atualizado em 13/09/2010 às 19:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Universidade de Ciência e Tecnologia de Harrisburg, no estado norte-americano da Pensilvânia, proibiu que os estudantes que moram no campus acessem redes sociais ou microblogs por uma semana a contar desta segunda-feira (13).
O reitor da universidade, Eric Darr, decidiu bloquear o acesso aos sites de relacionamento e redes sociais na intenção de incentivar os estudantes a refletir sobre a importância do uso dessa tecnologia em suas vidas e quão dependentes são.
Em entrevista ao site NPR, Darr afirmou que, além da abstinência imposta, os estudantes terão de escrever um relatório a respeito da vida deles sem a navegação em redes como Facebook, Orkut e Twitter.
"Muitas vezes, utilizamos estas tecnologias por hábito, sem saber exatamente por que o fazemos", observou o reitor.
O bloqueio não pode ser considerado autoritário, uma vez que pode controlar apenas os estudantes que fazem uso do sistema de acesso à Internet fornecido pela universidade. Caso o estudante tenha necessidade ou vontade de acessar as redes, basta sair do campus. O acesso por meio de smartphones, por exemplo, está totalmente liberado.
O reitor afirmou estar consciente de que o bloqueio pode não funcionar como esperado, mas acredita que os resultados serão significativos, mesmo se o projeto falhar. "Se alguém sente vontade de pegar emprestado o telefone do amigo para entra no Facebook", ele disse, "será interessante responder a seguinte questão no fim da semana: Por que você teve vontade de fazer isso?", observou Darr.
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O reitor da universidade, Eric Darr, decidiu bloquear o acesso aos sites de relacionamento e redes sociais na intenção de incentivar os estudantes a refletir sobre a importância do uso dessa tecnologia em suas vidas e quão dependentes são.
Em entrevista ao site NPR, Darr afirmou que, além da abstinência imposta, os estudantes terão de escrever um relatório a respeito da vida deles sem a navegação em redes como Facebook, Orkut e Twitter.
"Muitas vezes, utilizamos estas tecnologias por hábito, sem saber exatamente por que o fazemos", observou o reitor.
O bloqueio não pode ser considerado autoritário, uma vez que pode controlar apenas os estudantes que fazem uso do sistema de acesso à Internet fornecido pela universidade. Caso o estudante tenha necessidade ou vontade de acessar as redes, basta sair do campus. O acesso por meio de smartphones, por exemplo, está totalmente liberado.
O reitor afirmou estar consciente de que o bloqueio pode não funcionar como esperado, mas acredita que os resultados serão significativos, mesmo se o projeto falhar. "Se alguém sente vontade de pegar emprestado o telefone do amigo para entra no Facebook", ele disse, "será interessante responder a seguinte questão no fim da semana: Por que você teve vontade de fazer isso?", observou Darr.
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