Universidade Chinesa remove publicidade de preservativos de seu campus

Universidade Chinesa remove publicidade de preservativos de seu campus

Atualizado em 21/10/2008 às 17:10, por Redação Portal IMPRENSA.

A Universidade de Tianjin, na China, proibiu a veiculação de publicidade de preservativos em seu campus e interveio contra um estudante que colocou anúncios do produto no local. Apesar de defendida por professores e outros alunos, a propaganda foi inteiramente removida por ordem das autoridades da instituição.

"Não vendo preservativos somente pelo dinheiro, mas também pensando na saúde dos jovens que não consideram mais o sexo como um tabu", disse o estudante que colocou, inclusive, publicidade do produto no fórum on-line da universidade, também retirada do ar.

Em 1999, a primeira publicidade chinesa de preservativos foi proibida após dois dias de veiculação, acusada de promover ilegalmente produtos para fins sexuais. Segundo publicado pela agência Ansa Latina, somente em 2002, por ocasião do Dia Mundial contra a Aids, os preservativos foram classificados pelo Ministério da Saúde como um "instrumento médico". De acordo com dados da associação beneficente Avert, que atua no combate à Aids, a maior parte dos chineses continuam a associar os preservativos à promiscuidade e evitam usá-los.

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