Universidade americana processará "Rolling Stone" por reportagem sobre falso estupro
Instituição chamou a matéria de “leviana” e reforçou que feriu a sua reputação
Atualizado em 07/04/2015 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A divisão da fraternidade da Universidade da Virgínia (EUA) citada na reportagem “Um Estupro no Campus”, da revista Rolling Stone, informou na última segunda-feira (6/4) que processará a publicação pela falsa notícia.
Crédito:Reprodução Universidade vai processar a revista após falsa notícia de estupro no campus
De acordo com a Reuters, a , apesar do pedido de desculpas da revista. A Universidade destacou que recorrerá a todas as medidas legais disponíveis.
“Está claro que nossa fraternidade e seus membros foram difamados, mas o mais importante é que tememos que o episódio todo possa levar algumas vítimas a se manter nas sombras, com medo de confrontar seus agressores”, disse Stephen Scipione, presidente da divisão da fraternidade de Charlottesville, na Virgínia.
Também na última segunda (6/4), a Rolling Stone se desculpou pela publicação do texto. A medida ocorreu após as informações noticiadas passarem por uma revisão independente. A reportagem, escrita pela jornalista Sabrina Erdely, descrevia um estupro coletivo em uma república de estudantes da Universidade em 2012. O texto foi baseado apenas no depoimento da vítima.
O editor da Rolling Stone classificou o relatório como uma "leitura dolorosa" e ponderou que a revista estava se submetendo a uma série de recomendações feitas pelo documento. A jornalista responsável pela matéria também se desculpou. "Eu espero que meus erros ao reportar essa história não silenciem as vozes de vítimas que precisam ser ouvidas".
Crédito:Reprodução Universidade vai processar a revista após falsa notícia de estupro no campus
De acordo com a Reuters, a , apesar do pedido de desculpas da revista. A Universidade destacou que recorrerá a todas as medidas legais disponíveis.
“Está claro que nossa fraternidade e seus membros foram difamados, mas o mais importante é que tememos que o episódio todo possa levar algumas vítimas a se manter nas sombras, com medo de confrontar seus agressores”, disse Stephen Scipione, presidente da divisão da fraternidade de Charlottesville, na Virgínia.
Também na última segunda (6/4), a Rolling Stone se desculpou pela publicação do texto. A medida ocorreu após as informações noticiadas passarem por uma revisão independente. A reportagem, escrita pela jornalista Sabrina Erdely, descrevia um estupro coletivo em uma república de estudantes da Universidade em 2012. O texto foi baseado apenas no depoimento da vítima.
O editor da Rolling Stone classificou o relatório como uma "leitura dolorosa" e ponderou que a revista estava se submetendo a uma série de recomendações feitas pelo documento. A jornalista responsável pela matéria também se desculpou. "Eu espero que meus erros ao reportar essa história não silenciem as vozes de vítimas que precisam ser ouvidas".





