Unesco condena ataques a jornalistas de Honduras e do México

Unesco condena ataques a jornalistas de Honduras e do México

Atualizado em 25/03/2010 às 18:03, por Redação Portal IMPRENSA.

O ano de 2009 foi um dos mais sangrentos da história recente para os jornalistas, segundo avaliação de Federação Internacional de Jornalistas (FIJ). No período, 78 jornalistas foram mortos.

Na última quarta-feira (24), diante do cenário violento que permeia o trabalho da imprensa em todo o mundo, apresentado por recente relatório da FIJ, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), condenou ataques a profissionais de imprensa ocorridos em Honduras (três mortos em 2009) e no México, país em que, só no ano passado, 13 foram mortos durante trabalho de apuração relativo aos grupos guerrilheiros que atuam na região.

Dados da Unesco indicam que, curiosamente, as ameaças de mortes ocorrem em países em que não há registro de conflitos armados perenes. A maior parte dos crimes, segundo a entidade, é relacionada com o tráfico de drogas, a violação dos direitos humanos e a corrupção, segundo informa a Agência Brasil.

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