UNE acusa O Estado de S. Paulo de tentar "macular" nome da entidade

UNE acusa O Estado de S. Paulo de tentar "macular" nome da entidade

Atualizado em 01/12/2009 às 10:12, por Redação Portal IMPRENSA.

UNE acusa O Estado de S. Paulo de tentar "macular" nome da entidade

No último dia 29/11, o jornal O Estado de S. Paulo publicou matéria que acusa a União Nacional dos Estudantes (UNE) de desvio de verbas federais, repassadas para organização de eventos. Para tanto, empresas "fantasmas" teriam sido contratadas pela entidade para justificar gastos diversos com segurança e limpeza, por exemplo, em encontros organizados por ela.

Divulgação
Augusto Chagas
Umas destas empresas seria a MVG, com sede em Salvador (BA), que teria sido contratada, afirma o Estadão , para prestar serviços no Congresso da UNE. Em sua defesa, a entidade afirma que tal empresa "não foi contratada para prestar serviços no Congresso da UNE, tendo sido acionada apenas para o fornecimento de orçamentos para tal evento".

De acordo com UNE, presidida por Augusto Chagas, "a empresa MVG foi contratada para prestar serviços de limpeza e segurança na Bienal de Arte e Cultura da UNE, no stand do projeto 'Sempre Jovem e Sexagenária'. A Bienal, ocorrida entre 20 e 25 de janeiro de 2009, contou com a participação de 10 mil estudantes e foi realizada na cidade de Salvador, o que explica a contratação de uma empresa do estado da Bahia".

Por fim, a entidade afirma que o Estadão não teria interesse em apurar os fatos, mas em atacar a entidade. "Se houvesse interesse do jornal em apurar os fatos, e não somente atacar a entidade, um simples pedido de esclarecimento teria impedido o jornal de cometer um erro tão grave, que contribui para uma deliberada tentativa de macular o nome da União Nacional dos Estudantes".

Ainda segundo o comunicado, o departamento jurídico da entidade estuda quais medidas judiciais podem ser tomadas.

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