Um a cada 4 tuítes negando crise climática é feito por robôs
Um levantamento feito por pesquisadores da Brown University apontou que 25% dos tuítes sobre mudanças climáticas foram publicados por robôs.
Atualizado em 26/02/2020 às 08:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A equipe analisou 6,5 milhões de tuítes no período que presidente Donald Trump disse que estava retirando os Estados Unidos do acordo climático de Paris, em junho de 2017.
Crédito:Reprodução
Os pesquisadores descobriram que os tuítes publicados por bots incluíam muito mais negação ao aquecimento global ou rejeição da ciência climática. Bots são programas de computador que podem fingir ser humanos para postar ou enviar mensagens nas mídias sociais.
O documento que detalha as descobertas ainda não foi divulgado, mas foi divulgado pela primeira vez pelo jornal The Guardian.
Para fazer o levantamento, os pesquisadores usaram uma ferramenta da Universidade de Indiana, chamada Botometer, para determinar a probabilidade de um tuíte ser enviado por robôs ou humanos.
Os pesquisadores descobriram que os bots foram responsáveis por 38% dos tuítes sobre falsa ciência, enquanto apenas 5% dos tuítes que defendiam o meio ambiente vinham desse tipo de software.
Crédito:Reprodução
Os pesquisadores descobriram que os tuítes publicados por bots incluíam muito mais negação ao aquecimento global ou rejeição da ciência climática. Bots são programas de computador que podem fingir ser humanos para postar ou enviar mensagens nas mídias sociais.
O documento que detalha as descobertas ainda não foi divulgado, mas foi divulgado pela primeira vez pelo jornal The Guardian.
Para fazer o levantamento, os pesquisadores usaram uma ferramenta da Universidade de Indiana, chamada Botometer, para determinar a probabilidade de um tuíte ser enviado por robôs ou humanos.
Os pesquisadores descobriram que os bots foram responsáveis por 38% dos tuítes sobre falsa ciência, enquanto apenas 5% dos tuítes que defendiam o meio ambiente vinham desse tipo de software.





