Último jornalista preso em Cuba é libertado
Último jornalista preso em Cuba é libertado
Atualizado em 08/04/2011 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ultimo jornalista preso em Cuba, Albert Santiago Du Bouchet, foi libertado e chegou nesta sexta-feira (8) à Espanha, aonde foi exilado com mais outros 36 dissidentes, como parte do acordo firmado entre a Igreja Católica e o governo cubano, informou a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).
Du Bouchet trabalhava na agência independente Habana Press quando foi preso em 18 de abril de 2009, condenado a uma pena de três anos por "desrespeito a autoridade". A sua libertação ocorre um mês depois do ultimo dissidente da "Primavera Negra" ter sido solto. "Apesar de Du Bouchet ter de ir para o exílio, sua libertação tem significativa importância, se considerarmos que há um ano Cuba estava entre as maiores prisões para jornalistas, no mesmo patamar do Irã, China e Eritreia", disse a RSF.
Apesar do avanço de Cuba e do indício de uma "abertura", o país ainda é limitado quando se trata de direitos humanos e liberdade de expressão. O governo ainda tem um alto número de prisões a dissidentes e opositores ao regime. A mídia estrangeira também não é poupada.
O jornalista espanhol Carlos Hernando do Interconomía Media Group e realizador de um curto documentário sobre Guillermo Fariñas (dissidente cubano que fez greve de fome na prisão), foi preso na última quinta-feira (7) e ficou retido por cinco horas em Havana e obrigado a se retirar do país em 48 horas.
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Du Bouchet trabalhava na agência independente Habana Press quando foi preso em 18 de abril de 2009, condenado a uma pena de três anos por "desrespeito a autoridade". A sua libertação ocorre um mês depois do ultimo dissidente da "Primavera Negra" ter sido solto. "Apesar de Du Bouchet ter de ir para o exílio, sua libertação tem significativa importância, se considerarmos que há um ano Cuba estava entre as maiores prisões para jornalistas, no mesmo patamar do Irã, China e Eritreia", disse a RSF.
Apesar do avanço de Cuba e do indício de uma "abertura", o país ainda é limitado quando se trata de direitos humanos e liberdade de expressão. O governo ainda tem um alto número de prisões a dissidentes e opositores ao regime. A mídia estrangeira também não é poupada.
O jornalista espanhol Carlos Hernando do Interconomía Media Group e realizador de um curto documentário sobre Guillermo Fariñas (dissidente cubano que fez greve de fome na prisão), foi preso na última quinta-feira (7) e ficou retido por cinco horas em Havana e obrigado a se retirar do país em 48 horas.
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