Twitter não vai mais aceitar publicidade de mídia estatal
Decisão ocorre após microblog banir mais de 900 contas supostamente ligadas ao governo de Hong Kong
Atualizado em 22/08/2019 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Empresas de mídia controladas financeiramente ou editorialmente pelo Estado não poderão mais fazer publicidade no Twitter. A decisão foi publicada em sua rede oficial.
Crédito:Reprodução
“Estamos atualizando nossas políticas de publicidade em relação à mídia estatal. De agora em diante, não aceitaremos publicidade de entidades de mídia de notícias controladas pelo Estado. Essa é uma abordagem global e será aplicada em toda a nossa empresa”, diz o comunicado.
A medida ocorre após o Twitter ter banido mais de 900 contas que supostamente estão ligadas a uma campanha de desinformação do governo chinês contra os protestos em Hong Kong.
A lista de contas que não poderão mais fazer publicidade foi formada com a ajuda de acadêmicos e líderes da sociedade civil, como a organização Repórteres Sem Fronteiras, a Freedom House, o Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Unesco.
A proibição se limitará na postagem de publicidade e não se aplica a entidades financiadas por contribuintes, incluindo emissoras públicas independentes.
“Qualquer conta afetada estará livre para continuar usando a plataforma para envolver-se em conversa pública, mas não pode usar nossos produtos de publicidade”, diz o comunicado.
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“Estamos atualizando nossas políticas de publicidade em relação à mídia estatal. De agora em diante, não aceitaremos publicidade de entidades de mídia de notícias controladas pelo Estado. Essa é uma abordagem global e será aplicada em toda a nossa empresa”, diz o comunicado.
A medida ocorre após o Twitter ter banido mais de 900 contas que supostamente estão ligadas a uma campanha de desinformação do governo chinês contra os protestos em Hong Kong.
A lista de contas que não poderão mais fazer publicidade foi formada com a ajuda de acadêmicos e líderes da sociedade civil, como a organização Repórteres Sem Fronteiras, a Freedom House, o Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Unesco.
A proibição se limitará na postagem de publicidade e não se aplica a entidades financiadas por contribuintes, incluindo emissoras públicas independentes.
“Qualquer conta afetada estará livre para continuar usando a plataforma para envolver-se em conversa pública, mas não pode usar nossos produtos de publicidade”, diz o comunicado.





