TVs comunitárias cobram fundo de financiamento e política de comunicação
Reivindicações dos representantes serão formalizadas em um documento elaborado pela Comissão
Atualizado em 16/12/2014 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última segunda-feira (15/12), representantes de canais de TVs comunitárias participaram de uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado e cobraram um fundo de financiamento e uma política nacional de comunicação.
De acordo com a Agência Brasil, essas e outras para enviar à presidente Dilma Rousseff (PT).
O presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCom), Paulo Miranda, destacou que as emissoras comunitárias são tratadas como as "primas pobres e boicotadas" da comunicação.
“Hoje, já temos no Brasil cinco TVs comunitárias e mais de cinco mil rádios comunitárias, mas ainda não temos um fundo de apoio e desenvolvimento delas. É um setor que não tem nenhuma previsão de recursos para funcionar, pagar luz, aluguel, salários, impostos, gerar emprego e renda e também para produção. O problema maior é a renovação tecnológica, diante do apagão do modelo analógico, passando para o modelo digital. Tudo isso demanda muito dinheiro”, ponderou.
A criação de um fundo de financiamento já virou pauta em um projeto de lei no Congresso que prevê a mudança de finalidade do atual Fundo de Fiscalização de Telecomunicações (Fistel) para uma iniciativa voltada ao investimento da comunicação pública e comunitária.
Os representantes também sustentam a ideia de um canal de fomento, já que beneficiaria projetos de criação dos canais da cidadania. Eles são criados pelos municípios, mas a implementação não ocorre por falta de recursos.
O diretor de Relações Institucionais da EBC, André Barbosa, ressaltou que, mesmo uma emissora grande como a EBC, tem dificuldades financeiras, "porque fazer televisão custa caro e os canais comunitários sofrem ainda mais com isso".
“As emissoras comunitárias, principalmente aquelas consideradas de caráter social, de terceira via, são fundamentais para implementar um projeto discordante de uma mídia standart, de uma mídia comercial, que tem interesse no lucro. Ela é a nossa base no Brasil", acrescentou.
De acordo com a Agência Brasil, essas e outras para enviar à presidente Dilma Rousseff (PT).
O presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCom), Paulo Miranda, destacou que as emissoras comunitárias são tratadas como as "primas pobres e boicotadas" da comunicação.
“Hoje, já temos no Brasil cinco TVs comunitárias e mais de cinco mil rádios comunitárias, mas ainda não temos um fundo de apoio e desenvolvimento delas. É um setor que não tem nenhuma previsão de recursos para funcionar, pagar luz, aluguel, salários, impostos, gerar emprego e renda e também para produção. O problema maior é a renovação tecnológica, diante do apagão do modelo analógico, passando para o modelo digital. Tudo isso demanda muito dinheiro”, ponderou.
A criação de um fundo de financiamento já virou pauta em um projeto de lei no Congresso que prevê a mudança de finalidade do atual Fundo de Fiscalização de Telecomunicações (Fistel) para uma iniciativa voltada ao investimento da comunicação pública e comunitária.
Os representantes também sustentam a ideia de um canal de fomento, já que beneficiaria projetos de criação dos canais da cidadania. Eles são criados pelos municípios, mas a implementação não ocorre por falta de recursos.
O diretor de Relações Institucionais da EBC, André Barbosa, ressaltou que, mesmo uma emissora grande como a EBC, tem dificuldades financeiras, "porque fazer televisão custa caro e os canais comunitários sofrem ainda mais com isso".
“As emissoras comunitárias, principalmente aquelas consideradas de caráter social, de terceira via, são fundamentais para implementar um projeto discordante de uma mídia standart, de uma mídia comercial, que tem interesse no lucro. Ela é a nossa base no Brasil", acrescentou.





