TV segue sendo principal fonte de notícias dos brasileiros, mostra pesquisa
Multinacional britânica especializada em pesquisas de mercado, a YouGov divulgou hoje os resultados de uma pesquisa sobre como os brasileiros consomem notícias.
Atualizado em 17/07/2023 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em segundo lugar vêm as redes sociais *(55,4%), sites e aplicativos de notícias (43,1%), emissoras de rádio (33%), jornais impressos (10%) e versões físicas de revistas (5,2%). Crédito: Reprodução YouGov Mais de 64% dos brasileiros têm na TV sua principal mídia de consumo de notícias, segundo dados de junho O trabalho também indicou que, embora a TV continue sendo a principal mídia para consumo de notícias, os brasileiros passam muito mais tempo nas redes sociais do que assistindo TV. Metade dos entrevistados relatou assistir menos de 5 horas de TV por semana, contra pelo menos sete horas por semana em plataformas como Facebook e Instagram.
Jornais físicos
Ainda de acordo com a pesquisa da YouGov, apenas 20% dos brasileiros passa mais de uma hora por dia lendo jornais digitais. Ademais, metade dos entrevistados afirmou não saber quanto tempo gasta com jornais físicos ou não consomir notícias publicadas nesse tipo de mídia.
“O controle do mercado é mantido por aqueles que capturam o maior número de usuários e decidem como direcioná-los para outros canais. Atualmente, esse nível de controle recai principalmente sobre as plataformas digitais, que, com seus algoritmos, decidem o conteúdo que as pessoas veem e, portanto, para onde é mais provável elas irem no futuro próximo”, diz David Eastman, diretor-geral e comercial da YouGov da América Latina.
Jornais físicos
Ainda de acordo com a pesquisa da YouGov, apenas 20% dos brasileiros passa mais de uma hora por dia lendo jornais digitais. Ademais, metade dos entrevistados afirmou não saber quanto tempo gasta com jornais físicos ou não consomir notícias publicadas nesse tipo de mídia.
“O controle do mercado é mantido por aqueles que capturam o maior número de usuários e decidem como direcioná-los para outros canais. Atualmente, esse nível de controle recai principalmente sobre as plataformas digitais, que, com seus algoritmos, decidem o conteúdo que as pessoas veem e, portanto, para onde é mais provável elas irem no futuro próximo”, diz David Eastman, diretor-geral e comercial da YouGov da América Latina.





