TV Record pode ser fechada novamente por falta de alvará em Juína (MT)
A TV Record em Juína, afiliada a Gazeta de Cuiabá (MT), localizada em terreno público de propriedade da prefeitura do município, enfrenta desde março do ano passado problemas com o alvará de funcionamento.
Atualizado em 20/01/2014 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último dia 7 de janeiro, a emissora foi lacrada pela equipe de fiscalização, ficando fora do ar por três dias.
Crédito:Reprodução/O Pantanal Emissora não tem alvará de funcionamento
À IMPRENSA, Lelinho Kapich, dono da emissora, explicou que desde 1997, quando houve a concessão para o funcionamento do canal, a empresa atendeu a todos os pedidos da prefeitura. “No ano passado, o prefeito liberou o alvará, mas não nos entregou. E aí começou a briga. Este ano, a prefeitura lacrou a TV porque não tinha alvará".
Segundo Kapich, a emissora entrou com um pedido judicial, mas "eles não estão querendo liberar e alegam que não vão deixar mais funcionários na área. Mas não é um espaço invadido, pois tem autorização da prefeitura", alega.
Segundo o Portal de Notícias JNMT, que obteve documentos sobre as falhas na apresentação de alvarás da empresa Kapich e Cia. Ltda., que utiliza o espaço público para o funcionamento da TV, teve seu endereço, no Cadastro Geral de Pessoas Jurídicas, localizado na Avenida Gabriel Muller, número 833, lote 46. De acordo com a prefeitura, foi o próprio dono da emissora que descreveu o número voluntariamente.
Entretanto, o lote 46 não possui número e se trata de uma área pública denominada “Projeto Expansão Comercial Ar-01”. Segundo informações do proprietário, o alvará era liberado e pago nos anos anteriores. Foi assim que a emissora de TV funcionou durante 15 anos.
No ano passado, com a saída de Altir Peruzzo (PT), o novo prefeito, Hermes Bergamim (PMDB), comandou diversos problemas envolvendo áreas públicas, incluindo a polêmica área onde está a emissora. Durante o ano, segundo a prefeitura, foi solicitado ao proprietário que apresentasse documentos da referida área.
Crédito:Reprodução/O Pantanal Emissora não tem alvará de funcionamento
À IMPRENSA, Lelinho Kapich, dono da emissora, explicou que desde 1997, quando houve a concessão para o funcionamento do canal, a empresa atendeu a todos os pedidos da prefeitura. “No ano passado, o prefeito liberou o alvará, mas não nos entregou. E aí começou a briga. Este ano, a prefeitura lacrou a TV porque não tinha alvará".
Segundo Kapich, a emissora entrou com um pedido judicial, mas "eles não estão querendo liberar e alegam que não vão deixar mais funcionários na área. Mas não é um espaço invadido, pois tem autorização da prefeitura", alega.
Segundo o Portal de Notícias JNMT, que obteve documentos sobre as falhas na apresentação de alvarás da empresa Kapich e Cia. Ltda., que utiliza o espaço público para o funcionamento da TV, teve seu endereço, no Cadastro Geral de Pessoas Jurídicas, localizado na Avenida Gabriel Muller, número 833, lote 46. De acordo com a prefeitura, foi o próprio dono da emissora que descreveu o número voluntariamente.
Entretanto, o lote 46 não possui número e se trata de uma área pública denominada “Projeto Expansão Comercial Ar-01”. Segundo informações do proprietário, o alvará era liberado e pago nos anos anteriores. Foi assim que a emissora de TV funcionou durante 15 anos.
No ano passado, com a saída de Altir Peruzzo (PT), o novo prefeito, Hermes Bergamim (PMDB), comandou diversos problemas envolvendo áreas públicas, incluindo a polêmica área onde está a emissora. Durante o ano, segundo a prefeitura, foi solicitado ao proprietário que apresentasse documentos da referida área.





