TV paga pode ganhar 11 milhões de assinantes com entrada de teles
O ministro de Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou que o número de assinantes de TV paga pode duplicar com a entrada das teles no mercado,informa o Estado de S.
Atualizado em 01/09/2011 às 10:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Com a aprovação do PLC 116, no mês passado, as empresas de telecomunicações estrangeiras podem competir no mercado, além de permitir o aumento da participação de capital estrangeiro.
"Vamos dobrar a quantidade de assinantes nos próximos anos, todos eles com acesso também à internet banda larga", disse Bernardo, durante audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. Estima-se que o setor ganhará 11 milhões de novos assinantes.
Segundo o Ministério, a abertura do mercado para as teles "vai melhorar a qualidade e o preço do serviço". O PLC 116 prevê, ainda, a entrada de empresas menores, para atender aos pequenos municípios.
Entretanto, críticos da medida alertam que pode ocorrer a situação contrária, em que as grandes empresas de telecomunicações se tornem cada vez maiores, o que diminui a competitividade no mercado.
Com a abertura de licitação para quatro posições orbitais para lançamento de satélites, a previsão é de que as empresas licitada - uma delas é a Star One e a outra HNS Americas - comecem a transmitir o mais rápido possível. "As companhias fizeram um investimento grande (R$ 254,4 milhões) porque pretendem colocar os equipamentos em operação em até dois anos", afirmou Bernardo.
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"Vamos dobrar a quantidade de assinantes nos próximos anos, todos eles com acesso também à internet banda larga", disse Bernardo, durante audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. Estima-se que o setor ganhará 11 milhões de novos assinantes.
Segundo o Ministério, a abertura do mercado para as teles "vai melhorar a qualidade e o preço do serviço". O PLC 116 prevê, ainda, a entrada de empresas menores, para atender aos pequenos municípios.
Entretanto, críticos da medida alertam que pode ocorrer a situação contrária, em que as grandes empresas de telecomunicações se tornem cada vez maiores, o que diminui a competitividade no mercado.
Com a abertura de licitação para quatro posições orbitais para lançamento de satélites, a previsão é de que as empresas licitada - uma delas é a Star One e a outra HNS Americas - comecem a transmitir o mais rápido possível. "As companhias fizeram um investimento grande (R$ 254,4 milhões) porque pretendem colocar os equipamentos em operação em até dois anos", afirmou Bernardo.
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