TV argentina exibe escutas suspeitas sobre arbitragem na Libertadores 2013
No último domingo (21/6), o programa argentino "La Cornisa de TV America" exibiu as escutas telefônicas que mostram a chamada &quo
Atualizado em 22/06/2015 às 11:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (21/6), o programa argentino "La Cornisa de TV America" exibiu as que mostram a atuação da chamada "Máfia do Futebol". Uma das conversas levantam suspeitas sobre a arbitragem de Carlos Amarilla, que em 2013 prejudicou o Corinthians no jogo contra o Boca Juniors na Libertadores.
Crédito:Divulgação/Conmebol Escutas mostram que árbitro pode ter prejudicado clube brasileiro na Libertadores
Segundo a Folha de S.Paulo , a conversa envolve o então presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, que morreu no ano passado, e o representante argentino no comitê de árbitros da Conmebol, Abel Gnecco. A ligação ocorreu em 17 de maio de 2013, dois dias após o Boca eliminar o Corinthians no Pacaembu.
Na ocasião, o paraguaio Carlos Amarilla foi criticado pelos corintianos por dois gols anulados e um pênalti não assinalado. Na conversa, Gnecco conta como foi a decisão pela escolha do juiz. "Estive falando com Alarcón [Carlos Alarcón, representante paraguaio na Comissão de Árbitros da Conmebol] e ele me disse: [...] 'Estão querendo o Amarilla aí na Argentina?' Veja, se querem eu não sei, eu quero. Coloque ele e deixe de me encher o saco. Alarcón, ponha ponha o Amarilla e deixe de me ferrar. Bom, foi assim, ele colocou e bom... E saiu bem porque, bem, tem de ser assim", disse.
O diálogo é um dos 11 revelados pela atração, que obteve acesso às escutas utilizadas em uma investigação que começou em 2012 envolvendo sonegação de impostos em negociações de jogadores a manipulações no futebol.
Além disso, na mesma conversa, Grondona e Gnecco falam sobre quem seria o árbitro ideal para a disputa entre Newell's e Boca nas quartas da Libertadores do mesmo ano. Eles citam três nomes: Germán Delfino, Diego Ceballos e Mauro Vigliano, todos argentinos. Vigliano e Delfino conduziram os jogos, que acabou com a classificação do Newell's nos pênaltis após dois 0 a 0.
Crédito:Divulgação/Conmebol Escutas mostram que árbitro pode ter prejudicado clube brasileiro na Libertadores
Segundo a Folha de S.Paulo , a conversa envolve o então presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, que morreu no ano passado, e o representante argentino no comitê de árbitros da Conmebol, Abel Gnecco. A ligação ocorreu em 17 de maio de 2013, dois dias após o Boca eliminar o Corinthians no Pacaembu.
Na ocasião, o paraguaio Carlos Amarilla foi criticado pelos corintianos por dois gols anulados e um pênalti não assinalado. Na conversa, Gnecco conta como foi a decisão pela escolha do juiz. "Estive falando com Alarcón [Carlos Alarcón, representante paraguaio na Comissão de Árbitros da Conmebol] e ele me disse: [...] 'Estão querendo o Amarilla aí na Argentina?' Veja, se querem eu não sei, eu quero. Coloque ele e deixe de me encher o saco. Alarcón, ponha ponha o Amarilla e deixe de me ferrar. Bom, foi assim, ele colocou e bom... E saiu bem porque, bem, tem de ser assim", disse.
O diálogo é um dos 11 revelados pela atração, que obteve acesso às escutas utilizadas em uma investigação que começou em 2012 envolvendo sonegação de impostos em negociações de jogadores a manipulações no futebol.
Além disso, na mesma conversa, Grondona e Gnecco falam sobre quem seria o árbitro ideal para a disputa entre Newell's e Boca nas quartas da Libertadores do mesmo ano. Eles citam três nomes: Germán Delfino, Diego Ceballos e Mauro Vigliano, todos argentinos. Vigliano e Delfino conduziram os jogos, que acabou com a classificação do Newell's nos pênaltis após dois 0 a 0.





