Turquia contesta críticas da UE sobre retrocesso da liberdade de imprensa no país
A Turquia rejeitou os questionamentos da União Europeia sobre o desrespeito do Estado sobre os direitos e a liberdade de imprensa no seu relatório anual, que trata da candidatura de Ancara a uma adesão ao bloco político.
Atualizado em 11/11/2015 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
União Europeia sobre o desrespeito do Estado sobre os direitos e a liberdade de imprensa no seu relatório anual, que trata da candidatura de Ancara a uma adesão ao bloco político.
Crédito:Wikimedia commons Governo turco não gostou dos questionamentos da União Europeia
Segundo a agência Lusa, o Ministério dos Assuntos Europeus turco classificou as críticas como "injustas e desproporcionadas". Também qualificou como "inaceitáveis" os comentários sobre os poderes do presidente Recep Tayyip Erdogan.
A União Europeia havia questionado o que chamou de "tendência negativa" para o Estado de direito na Turquia e "graves retrocessos" na liberdade de expressão, o fato de que o bloco planeja negociar com Ancara para a cooperação na crise migratória.
"Após vários anos de progresso da liberdade de expressão, foram observados graves retrocessos nos dois últimos anos", apontou o executivo comunitário, que lembrou, por outro lado, o esforço que representa o acolhimento de dois milhões de refugiados sírios e iraquianos no país.
Crédito:Wikimedia commons Governo turco não gostou dos questionamentos da União Europeia
Segundo a agência Lusa, o Ministério dos Assuntos Europeus turco classificou as críticas como "injustas e desproporcionadas". Também qualificou como "inaceitáveis" os comentários sobre os poderes do presidente Recep Tayyip Erdogan.
A União Europeia havia questionado o que chamou de "tendência negativa" para o Estado de direito na Turquia e "graves retrocessos" na liberdade de expressão, o fato de que o bloco planeja negociar com Ancara para a cooperação na crise migratória.
"Após vários anos de progresso da liberdade de expressão, foram observados graves retrocessos nos dois últimos anos", apontou o executivo comunitário, que lembrou, por outro lado, o esforço que representa o acolhimento de dois milhões de refugiados sírios e iraquianos no país.





