TSE pede que WhatsApp informe se empresas fizeram disparos em massa nas eleições

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Og Fernandes, determinou que o WhatsApp informe se as pessoas jurídicas e físicas identificadas pelas operadoras Vivo, Claro, TIM, Algar e Oi como titulares de linhas telefônicas realizaram disparos de mensagem em massa ou automação durante a campanha eleitoral de 2018.

Atualizado em 11/11/2019 às 14:11, por Redação Portal IMPRENSA.



Crédito:EBC A determinação faz parte da Ação de Investigação Judicial Eleitoral nº 0601782-57, que alega suposta prática de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

O ministro solicitou ainda que o aplicativo de mensagens esclareça se adotou medidas para bloqueio ou banimento das contas referidas, no período de 14 de agosto a 28 de outubro de 2018.

Em outubro deste ano, a Corregedoria determinou às operadoras de telefonia que informassem as linhas telefônicas de quatro empresas e de seus respectivos sócios alegadamente contratados durante a campanha de 2018 para enviar mensagens pelo aplicativo.

As companhias Nextel, Sercomtel, Datora e Terapar declararam não possuir em seus cadastros linhas telefônicas das titularidades solicitadas.