Trump processa repórteres do The New York Times por divulgação de informações fiscais
Mary Trump, sobrinha do ex-presidente, também é alvo da ação na justiça de NY
Atualizado em 23/09/2021 às 10:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acionou a Justiça de Nova York contra repórteres do jornal The New York Times pela divulgação de informações fiscais em matérias que apontavam uma suposta dívida do empresário com o fisco norte-americano. A sobrinha do ex-presidente Mary Trump, também é alvo da ação.
O objetivo do processo é uma "indenização em um valor a ser determinado no julgamento, mas que se acredita não ser inferior a cem milhões de dólares". Mary foi a responsável por fornecer os dados aos profissionais. Segundo a defesa, isso seria equivalente a uma violação de um acordo de liquidação firmado em 2001 na família. Crédito:State Department photo by Ron Przysucha/ Public Domain
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Os jornalistas - Susanne Craig, David Barstow e Russ Buettner são acusados também de "interferência ilícita". A defesa diz que os profissionais "buscaram implacavelmente Mary Trump e intencionalmente obtiveram sua violação do acordo".
O processo afirma que eles "colheram injustamente benefícios pessoais, profissionais e/ou comerciais significativos, incluindo, mas não se limitando a, ganho monetário, fama, aclamação, notoriedade, valorização de mercado inflada, aumento de receita e/ou avanço na carreira" com as reportagens. "As ações de Mary Trump e do NYT foram motivadas, pelo menos em parte, por real malícia", diz o documento.
Em um comunicado, o NYT afirmou que a "cobertura do jornal dos impostos de Donald Trump ajudou a informar os cidadãos por meio de reportagens meticulosas sobre um assunto de interesse público superior. Este processo é uma tentativa de silenciar organizações de notícias independentes e planejamos nos defender vigorosamente contra isso."
Após 18 meses de investigação, o trio de repórteres publicou reportagens sobre as finanças do empresário enquanto ele ainda era o presidente dos Estados Unidos. O trabalho rendeu um Prêmio Pulitzer aos jornalistas. Segundo o site da premiação, a reportagem "desmascarou suas alegações de riqueza e revelou um império de negócios crivado de evasões fiscais".
O objetivo do processo é uma "indenização em um valor a ser determinado no julgamento, mas que se acredita não ser inferior a cem milhões de dólares". Mary foi a responsável por fornecer os dados aos profissionais. Segundo a defesa, isso seria equivalente a uma violação de um acordo de liquidação firmado em 2001 na família. Crédito:State Department photo by Ron Przysucha/ Public Domain
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Os jornalistas - Susanne Craig, David Barstow e Russ Buettner são acusados também de "interferência ilícita". A defesa diz que os profissionais "buscaram implacavelmente Mary Trump e intencionalmente obtiveram sua violação do acordo". O processo afirma que eles "colheram injustamente benefícios pessoais, profissionais e/ou comerciais significativos, incluindo, mas não se limitando a, ganho monetário, fama, aclamação, notoriedade, valorização de mercado inflada, aumento de receita e/ou avanço na carreira" com as reportagens. "As ações de Mary Trump e do NYT foram motivadas, pelo menos em parte, por real malícia", diz o documento.
Em um comunicado, o NYT afirmou que a "cobertura do jornal dos impostos de Donald Trump ajudou a informar os cidadãos por meio de reportagens meticulosas sobre um assunto de interesse público superior. Este processo é uma tentativa de silenciar organizações de notícias independentes e planejamos nos defender vigorosamente contra isso."
Após 18 meses de investigação, o trio de repórteres publicou reportagens sobre as finanças do empresário enquanto ele ainda era o presidente dos Estados Unidos. O trabalho rendeu um Prêmio Pulitzer aos jornalistas. Segundo o site da premiação, a reportagem "desmascarou suas alegações de riqueza e revelou um império de negócios crivado de evasões fiscais".





