Trump prioriza imprensa local e impede correspondentes de cobrir campanha
O pré-candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, proibiu a agência fotográfica EPA e outros veículos internacionais de acompanhar suas ações de campanha.
Atualizado em 29/01/2016 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Estados Unidos, , proibiu a agência fotográfica EPA e outros veículos internacionais de acompanhar suas ações de campanha. O político alegou faltar espaço e segurança.
Crédito:Wikimedia commons Trump alega falta de segurança ao barrar imprensa em eventos de sua campanha
"Devido a locais de campanha diferentes, espaços para os meios de comunicação e segurança, temos de limitar o número de profissionais credenciados e dar prioridade aos nossos 'media' nacionais e locais", diz a nota enviada à EPA, a agência europeia de fotografia.
Segundo o Notícias ao Minuto, a agência de notícias France Presse (AFP), a fotográfica Getty e diversos jornalistas japoneses e suecos também foram proibidos de cobrir os eventos políticos dos últimos dias.
A EPA disse que a imprensa americana deve manter os demais veículos informados sobre os impedimentos de Trump nos próximos dias. A agência destacou que precisa haver um esforço conjunto dos veículos barrados para protestar contra a medida.
"Desculpas" da Fox News
Após a polêmica com a Fox News, Trump disse na última quinta-feira (28/1) que a emissora pediu desculpas a ele. "Eu recebi um pedido de desculpas e apreciei isso", afirmou a um grupo de repórteres, informou a Time .
O político havia cancelado sua participação no canal em Des Moines, Iowa, na última quinta-feira (28/1). A discussão com a Fox começou desde um debate entre os pré-candidatos em agosto de 2015, no qual disse que foi questionado injustamente pela moderadora Megyn Kelly.
A jornalista havia feito uma pergunta sobre comentários misóginos que o empresário já fez, como no dia em que chamou uma comediante de "porca gorda" e "gorda desleixada". No dia seguinte, o magnata insinuou que Kelly foi agressiva com ele por estar menstruada.
Trump disse que conversou "muitas vezes" com Roger Ailes, CEO da Fox. A emissora, entretanto, divulgou um comunicado informando que o pré-candidato havia solicitado US$ 5 milhões para fazer o debate e contestou o contato de Ailes com ele.
O canal havia ironizado o fato de o político ter sido "prejudicado" pelos jornalistas. "Nós recebemos uma informação de que tanto o aiatolá quanto Putin pretendem tratar o presidente de forma injusta", declarou.
Crédito:Wikimedia commons Trump alega falta de segurança ao barrar imprensa em eventos de sua campanha
"Devido a locais de campanha diferentes, espaços para os meios de comunicação e segurança, temos de limitar o número de profissionais credenciados e dar prioridade aos nossos 'media' nacionais e locais", diz a nota enviada à EPA, a agência europeia de fotografia.
Segundo o Notícias ao Minuto, a agência de notícias France Presse (AFP), a fotográfica Getty e diversos jornalistas japoneses e suecos também foram proibidos de cobrir os eventos políticos dos últimos dias.
A EPA disse que a imprensa americana deve manter os demais veículos informados sobre os impedimentos de Trump nos próximos dias. A agência destacou que precisa haver um esforço conjunto dos veículos barrados para protestar contra a medida.
"Desculpas" da Fox News
Após a polêmica com a Fox News, Trump disse na última quinta-feira (28/1) que a emissora pediu desculpas a ele. "Eu recebi um pedido de desculpas e apreciei isso", afirmou a um grupo de repórteres, informou a Time .
O político havia cancelado sua participação no canal em Des Moines, Iowa, na última quinta-feira (28/1). A discussão com a Fox começou desde um debate entre os pré-candidatos em agosto de 2015, no qual disse que foi questionado injustamente pela moderadora Megyn Kelly.
A jornalista havia feito uma pergunta sobre comentários misóginos que o empresário já fez, como no dia em que chamou uma comediante de "porca gorda" e "gorda desleixada". No dia seguinte, o magnata insinuou que Kelly foi agressiva com ele por estar menstruada.
Trump disse que conversou "muitas vezes" com Roger Ailes, CEO da Fox. A emissora, entretanto, divulgou um comunicado informando que o pré-candidato havia solicitado US$ 5 milhões para fazer o debate e contestou o contato de Ailes com ele.
O canal havia ironizado o fato de o político ter sido "prejudicado" pelos jornalistas. "Nós recebemos uma informação de que tanto o aiatolá quanto Putin pretendem tratar o presidente de forma injusta", declarou.





