Tribunal reconhece vínculo empregatício de jornalista como assessor de imprensa na Bahia
Por 14 anos, o profissional atuou tanto no jornal quando no Clube de Diretores Lojistas de Salvador (CDL).
Atualizado em 25/10/2011 às 15:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um jornalista do diário A Tarde , que trabalhou, ao mesmo tempo, na redação e como assessor de imprensa, conseguiu reconhecimento de vínculo empregatício pelo segundo emprego. A decisão, obtida primeiramente na 6ª Vara do Trabalho de Salvador, foi confirmada na Subseção Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Por 14 anos, o profissional atuou tanto no jornal quanto no Clube de Diretores Lojistas de Salvador (CDL). Como assessor, ele frequentava, semanalmente, a instituição e participava de encontros com a diretoria da organização, além de manter relações com jornalistas de outros veículos.
O CDL recorreu ao pedido de vínculo do profissional no TST, que reiterou a posição do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre o caso. A Justiça entende que o jornalista trabalhou com "pessoalidade, onerosidade, não-eventualidade e subordinação jurídica (...), elementos caracterizadores da relação de emprego".
Com informações do .
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Por 14 anos, o profissional atuou tanto no jornal quanto no Clube de Diretores Lojistas de Salvador (CDL). Como assessor, ele frequentava, semanalmente, a instituição e participava de encontros com a diretoria da organização, além de manter relações com jornalistas de outros veículos.
O CDL recorreu ao pedido de vínculo do profissional no TST, que reiterou a posição do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre o caso. A Justiça entende que o jornalista trabalhou com "pessoalidade, onerosidade, não-eventualidade e subordinação jurídica (...), elementos caracterizadores da relação de emprego".
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