Tribunal inocenta "Paris Match" por revelar filho ilegítimo do príncipe de Mônaco
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH), em Estrasburgo, decidiu nesta terça-feira (10/11) que a revista francesa Paris Match&nbs
Atualizado em 10/11/2015 às 18:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH), em Estrasburgo, decidiu nesta terça-feira (10/11) que a revista francesa Paris Match tinha o direito de revelar a existência de um filho ilegítimo do príncipe Albert de Mônaco, uma vez que esta informação saiu da esfera da vida privada do monarca.
Crédito:Wikimedia commons Revista não terá de indenizar príncipe por divulgar filho ilegítimo
De acordo com AFP, a justiça entendeu que a da revista em razão da publicação da reportagem sobre o tema constitui violação da liberdade de expressão,uma vez que se tratava de uma informação de interesse público, "levando em conta o caráter hereditário de suas funções de chefe de Estado".
Em 2005, Paris Match foi condenada a pagar 50.000 euros por danos morais ao príncipe Albert, que acabava de suceder seu pai Rainier no trono de Mônaco. Na época, ele não tinha nenhum herdeiro.
A matéria que causou o processo trazia uma entrevista com Nicole Coste, uma aeromoça que revelou que o pai de seu filho Alexandre, nascido em agosto de 2003, era Albert de Mônaco.
Crédito:Wikimedia commons Revista não terá de indenizar príncipe por divulgar filho ilegítimo
De acordo com AFP, a justiça entendeu que a da revista em razão da publicação da reportagem sobre o tema constitui violação da liberdade de expressão,uma vez que se tratava de uma informação de interesse público, "levando em conta o caráter hereditário de suas funções de chefe de Estado".
Em 2005, Paris Match foi condenada a pagar 50.000 euros por danos morais ao príncipe Albert, que acabava de suceder seu pai Rainier no trono de Mônaco. Na época, ele não tinha nenhum herdeiro.
A matéria que causou o processo trazia uma entrevista com Nicole Coste, uma aeromoça que revelou que o pai de seu filho Alexandre, nascido em agosto de 2003, era Albert de Mônaco.
Um mês depois, o príncipe reconheceu ser o pai do menino.
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