Tribunal de Israel mantém prisão de repórter palestino em greve de fome
O Supremo Tribunal israelense decidiu manter o jornalista palestino Mohamed al Qiq preso. O profissional está em greve de fome há 63 dias e,segundo seu advogado, Jawad Boulous, ele pode morrer a qualquer momento.
Atualizado em 28/01/2016 às 16:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
manter o jornalista palestino preso. O profissional está em greve de fome há 63 dias e, segundo seu advogado, Jawad Boulous, ele pode morrer a qualquer momento.
Crédito:Reprodução Jornalista pode morrer a qualquer momento, segundo advogado
De acordo com a AFP, o secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, ressaltou que considera o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "pessoalmente responsável" pela vida do jornalista.
O repórter presta serviços para o canal saudita Al-Majd. Em dezembro, ele foi levado para uma prisão administrativa, regime que permite a detenção sem acusação ou julgamento por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente.
A segurança interna de Israel acusa o profissional de ser um integrante da organização islamita palestina Hamas, considerada terrorista por autoridades do país. Em novembro, ele iniciou uma greve de fome para denunciar a "tortura" e "abusos" sofridos na prisão.
Crédito:Reprodução Jornalista pode morrer a qualquer momento, segundo advogado
De acordo com a AFP, o secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, ressaltou que considera o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "pessoalmente responsável" pela vida do jornalista.
O repórter presta serviços para o canal saudita Al-Majd. Em dezembro, ele foi levado para uma prisão administrativa, regime que permite a detenção sem acusação ou julgamento por períodos de seis meses, renováveis indefinidamente.
A segurança interna de Israel acusa o profissional de ser um integrante da organização islamita palestina Hamas, considerada terrorista por autoridades do país. Em novembro, ele iniciou uma greve de fome para denunciar a "tortura" e "abusos" sofridos na prisão.





