Transmissão em TV aberta ajuda a popularizar o UFC no Brasil

O Ultimate Fighting Championship (UFC) movimenta, mundialmente, US$ 5 bilhões, sendo transmitido para 145 países, atingindo cerca de 350 milhões de pessoas.

Atualizado em 16/01/2012 às 16:01, por Redação Portal IMPRENSA.

Dana White, presidente da franquia, afirma, em entrevista ao site oficial da competição, que o esporte alcança um novo patamar no show business com as transmissões ao vivo para televisões abertas, incluindo a TV Globo.

Pela terceira vez sendo transmitido em rede nacional e segunda vez sendo realizado no Brasil, em menos de um ano, o UFC "cresce rápido e tem o poder de arrastar multidões". A paixão pelo esporte não está em cheque, mas sim a mensagem que esse esporte, aparentemente violento, transmite ao telespectador.

Atletas e diretores do evento buscam quebrar o preconceito de que o UFC seja um esporte sangrento e violento, mas há "muita coisa" por trás disso. Além de cultivarem bons relacionamentos fora do octógono, os atletas usam o espaço na mídia para transmitir "bons valores" ao seu público.

Vitor Belfort, dono da maior manifestação positiva vindo das arquibancadas, aproveitou a visibilidade para abraçar uma causa pela qual luta há tempos. O lutador anexou em seu corner (lado do octógono) um cartaz do Disque-Denúncia. Após vencer o duelo no fim do primeiro round, Belfort se emocionou e pediu para que as pessoas se conscientizem e não tenham medo de denunciar.

Após "vitória histórica", José Aldo aproveitou para levantar outra bandeira: a de paz nos estádios e amor entre as torcidas. “Há uma cultura diferente no nosso esporte. Já lutei quase no mundo inteiro e nunca tive uma rivalidade. É diferente do futebol”.


Flamenguista de coração, o atleta acredita que seu profissionalismo pode ajudar a conscientizar os fãs que freqüentam estádios "pensando em arrumar problemas".


As informações são do Correio Braziliense.

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