Tradicionalmente moderno

Tradicionalmente moderno

Atualizado em 14/09/2009 às 19:09, por Karina Padial,  da reportagem,  e Luiz Gustavo Pacete e  da equipe de estagiários.

Por

AOS 40 ANOS, "JORNAL NACIONAL", MAIOR NOTICIÁRIO TELEVISIVO DO PAÍS, REFORMULA SUA LINGUAGEM ENQUANTO MANTÉM UM PADRÃO DE JORNALISMO QUE AINDA INFLUENCIA A TV BRASILEIRA

O "Jornal Nacional" mudou de cara. O fundo falso que figurou no último mês atrás de William Bonner e Fátima Bernardes caiu e deu lugar a um novo cenário que, de tão esperado, mereceu um cronômetro no site do telejornal. "Faltam 510.600 segundos ", indicava o relógio às 22h10 do dia 25 de agosto. Quando essa marca atingiu o zero - após o fechamento desta edição de IMPRENSA -, uma festa era prevista para celebrar seus 40 anos, em 31 de agosto, com bancada nova e alterações na dinâmica da apresentação. Mais do que ter algo a acrescentar ou provocar novas revoluções no formato, a emblemática data reafirma o poderio de uma marca que é amada, odiada e sempre respeitada por milhões de brasileiros.

O JN é ciente de seu poder e sabe administrá-lo a seu favor. "Ninguém é mais importante do que o próprio JN. Ele é um patrimônio dos cidadãos brasileiros. É no 'Jornal Nacional' que as pessoas buscam informação sempre que algo grandioso acontece", afirma o apresentador William Bonner à reportagem de IMPRENSA, numa entrevista nada fácil de se obter, diga-se. As reticências da Globo em abrir as portas de seu principal programa remete a um episódio em que professores da USP foram convidados a acompanhar a produção do telejornal. Baseado na experiência, o professor Laurindo Leal Filho (veja os quadros "JN: Sim" e "JN: Não") escreveu um texto nada amistoso para uma edição de dezembro de 2005 para a Carta Capital. Insistente, IMPRENSA conseguiu entrevistar o atual editorchefe por e-mail e, por telefone, o melhor paralelo dele no início do telejornal, Cid Moreira.

Leia a matéria completa na edição 249 de IMPRENSA