"The Guardian" denuncia homem de Bangladesh que vende “likes” no Facebook
O jornal britânico The Guardian afirmou, na última sexta (2/8), que um homem de Dhaka, em Bangladesh, vende likes no Facebook com o auxílio de funcionários que clicam no botão usando diversos perfis, que podem ser falsos ou não.
De acordo com a Exame , o repórter do jornal pagou US$ 15 dólares por mil curtidas em uma página falsa. O dono do negócio, não identificado, afirma que, entre três ou quatro horas, o pedido estaria pronto.
O homem ainda oferece outros "serviços", como visualizações no YouTube e explica que pode fazê-los de forma legal ou não. Ao perguntar para os "fazendeiros de cliques" (ou "click farms") se havia algum cliente famoso, eles apontaram a fanpage de Monopoly Plus, jogo da empresa Hasbro que possuía mais de 65 mil likes. Após ser questionada sobre a possível compra de curtidas, companhia tirou a página do ar.
Segundo o The Guardian , as pessoas mostradas na reportagem ganham US$ 15 (cerca de R$ 30) a cada mil curtidas, o que não estende sua renda anual a mais de US$ 120 (por volta de R$ 250). As condições de trabalho dos funcionários foram apontadas como uma espécie de semiescravidão, pois ficam em local apertado durante dia e noite até que encerrem as curtidas.
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