Textos jornalísticos longos criados para dispositivos móveis ganham espaço nos EUA
Textos jornalísticos longos criados para dispositivos móveis ganham espaço nos EUA
Atualizado em 31/01/2011 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nos EUA, textos jornalísticos longos disponibilizados em aplicativos para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, tem conquistado um novo público. O jornal The New York Times ( NYT ) e o site de jornalismo investigativo ProPublica lançaram seus primeiros livros eletrônicos - e-books -, de olho na nova audiência e em maneiras de obter receita.
O livro eletrônico do NYT para o Kindle, "Segredos revelados: WikiLeaks, Guerra e Diplomacia Americana", custará US$ 6, e o do ProPublica, "O Paquistão e os ataques em Mumbai: A história não contada", será vendido por US$ 0,99 no Kindle Singles. Os textos, de acordo com a classificação da revista Wired , são "mais curtos que um romance, mas mais longos que uma matéria de revista".
De acordo com informações da AP, outros serviços, como o The Atavist, indicam que os textos jornalísticos longos voltam a ganhar força nos EUA. O aplicativo oferece matérias longas criadas exlusivamente para tablets, como o Kindle, que são vendidas por US$ 3. Em breve, a ferramenta terá uma versão gratuita para iPad e iPhone.
A revista The New Republic também aderiu à onda dos textos longos, e publicou uma série de "matérias de capa online" como alternativa aos textos curtos que caracterizam muitos blogs. O editor do veículo, Richard Just, declarou que "um bom e longo relato jornalístico" pode prender a atenção do leitor por mais tempo. "Embora não estejamos menos comprometidos com o jornalismo em formatos curtos, também pensamos que o mundo precisa de mais histórias longas. Não apenas porque os textos mais longos são bons de ler, mas porque há certos valores implícitos nos formatos de fôlego que valem a pena ser defendidos e preservados", disse.
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O livro eletrônico do NYT para o Kindle, "Segredos revelados: WikiLeaks, Guerra e Diplomacia Americana", custará US$ 6, e o do ProPublica, "O Paquistão e os ataques em Mumbai: A história não contada", será vendido por US$ 0,99 no Kindle Singles. Os textos, de acordo com a classificação da revista Wired , são "mais curtos que um romance, mas mais longos que uma matéria de revista".
De acordo com informações da AP, outros serviços, como o The Atavist, indicam que os textos jornalísticos longos voltam a ganhar força nos EUA. O aplicativo oferece matérias longas criadas exlusivamente para tablets, como o Kindle, que são vendidas por US$ 3. Em breve, a ferramenta terá uma versão gratuita para iPad e iPhone.
A revista The New Republic também aderiu à onda dos textos longos, e publicou uma série de "matérias de capa online" como alternativa aos textos curtos que caracterizam muitos blogs. O editor do veículo, Richard Just, declarou que "um bom e longo relato jornalístico" pode prender a atenção do leitor por mais tempo. "Embora não estejamos menos comprometidos com o jornalismo em formatos curtos, também pensamos que o mundo precisa de mais histórias longas. Não apenas porque os textos mais longos são bons de ler, mas porque há certos valores implícitos nos formatos de fôlego que valem a pena ser defendidos e preservados", disse.
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