Termina prazo para Portugal aderir ao novo acordo ortográfico
Termina nesta quarta-feira (13/05) o prazo de seis anos que Portugal tinha para aderir ao Novo Acordo Ortográfico. O Brasil tem até dia
Atualizado em 13/05/2015 às 13:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Termina nesta quarta-feira (13/05) o prazo de seis anos que Portugal tinha para aderir ao Novo Acordo Ortográfico. O Brasil tem até dia 1º de janeiro de 2016 para se adaptar às mudanças. O objetivo do acordo é fazer com que todos os países de língua portuguesa, tanto da Europa, quanto da África, tenham a mesma escrita.
De acordo com o G1, as maiores reclamações dos portugueses são sobre as consoantes mudas. Antes eles escreviam "actor", "director" e "optimo", agora passarão a escrever como os brasileiros, sem o c ou o p.
O professor da Academia de Ciências, João Malaca Casteleiro, negociou o acordo para Portugal e disse que tudo é uma questão de bom senso. “Os brasileiros tinham que passar a escrever actor ou optimo, com consoantes que já tinham suprimido há muito tempo. Então, é mais fácil fazer quem usa essas consoantes suprimi-las”, completou.
No país, todos os documentos oficiais já devem ser escritos de acordo com a nova grafia, mesmo assim, entre escritores e jornalistas ainda há resistência.
De acordo com o G1, as maiores reclamações dos portugueses são sobre as consoantes mudas. Antes eles escreviam "actor", "director" e "optimo", agora passarão a escrever como os brasileiros, sem o c ou o p.
O professor da Academia de Ciências, João Malaca Casteleiro, negociou o acordo para Portugal e disse que tudo é uma questão de bom senso. “Os brasileiros tinham que passar a escrever actor ou optimo, com consoantes que já tinham suprimido há muito tempo. Então, é mais fácil fazer quem usa essas consoantes suprimi-las”, completou.
No país, todos os documentos oficiais já devem ser escritos de acordo com a nova grafia, mesmo assim, entre escritores e jornalistas ainda há resistência.
O diretor adjunto de um dos maiores jornais de Portugal, Nuno Pacheco, alegou que os países de língua portuguesa não deveriam escrever da mesma forma. Ele acredita que o acordo promoverá uma confusão com a língua.





