Terapeuta sexual afirma que ainda há dificuldade social em aceitar o tema AIDS
Ana Canosa e Fabiana Leite falaram sobre a responsabilidade dos meios de comunicação de contribuírem para o debate sobre a pauta AIDS
Atualizado em 01/12/2014 às 13:12, por
Gabriela Ferigato.
Durante a 2ª edição do Fórum AIDS e o Brasil, promovido por IMPRENSA na última quinta-feira (27/11), a terapeuta sexual e educadora Ana Canosa e a jornalista especializada na cobertura de saúde Fabiana Leite falaram sobre a responsabilidade dos meios de comunicação contribuírem para o debate sobre a pauta AIDS no país.
Crédito: Ana Canosa (dire) e Fabiana Leite falaram sobre a responsabilidade dos meios de comunicação de contribuírem para o debate sobre a pauta AIDS Para Ana, que coordena um curso de pós-graduação voltado para a educação sexual no Centro Universitário Salesiano (UNISAL), a sociedade, de forma geral, ainda tem dificuldade em falar sobre sexo e a mídia acaba repetindo o problema.
“Acho que isso acontece pela própria dificuldade social em aceitar a AIDS e mais ainda em aceitar o tema da sexualidade de modo geral - comportamento sexual das pessoas, de jovens, a diversidade. As pessoas têm muita dificuldade em falar sobre tudo isso”, diz.
De acordo com Ana, é necessário ter cautela ao tratar do tema, mas a mídia deveria produzir mais, e de maneira sistemática, sobre diversos assuntos que envolvem a doença e ampliar a visão além dos grupos mais vulneráveis.
“É importante humanizar o tema. Trazer personagens, documentários... de diversas formas falar sobre isso”, afirma. De acordo com a terapeuta, atualmente a medicação preventiva para grupos específicos é a notícia do momento.
Crédito: Ana Canosa (dire) e Fabiana Leite falaram sobre a responsabilidade dos meios de comunicação de contribuírem para o debate sobre a pauta AIDS Para Ana, que coordena um curso de pós-graduação voltado para a educação sexual no Centro Universitário Salesiano (UNISAL), a sociedade, de forma geral, ainda tem dificuldade em falar sobre sexo e a mídia acaba repetindo o problema.
“Acho que isso acontece pela própria dificuldade social em aceitar a AIDS e mais ainda em aceitar o tema da sexualidade de modo geral - comportamento sexual das pessoas, de jovens, a diversidade. As pessoas têm muita dificuldade em falar sobre tudo isso”, diz.
De acordo com Ana, é necessário ter cautela ao tratar do tema, mas a mídia deveria produzir mais, e de maneira sistemática, sobre diversos assuntos que envolvem a doença e ampliar a visão além dos grupos mais vulneráveis.
“É importante humanizar o tema. Trazer personagens, documentários... de diversas formas falar sobre isso”, afirma. De acordo com a terapeuta, atualmente a medicação preventiva para grupos específicos é a notícia do momento.





