Técnico do Milan critica modo como jornalistas analisam táticas
Em entrevista ao italiano Gazzetta dello Sport, o ex-jogador do Botafogo e técnico do Milan, Clarence Seedorf, criticou o modo como repórteres analisam as táticas ofensivas e explicou o motivo de não gostar de perguntas sobre isso, informou o portal da ESPN, na última quarta-feira (26/02).
Atualizado em 03/03/2014 às 17:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
dello Sport , o ex-jogador do Botafogo e técnico do Milan, Clarence Seedorf, criticou o modo como repórteres analisam as táticas ofensivas e explicou o motivo de não gostar de perguntas sobre isso, informou o portal da ESPN, na última quarta-feira (26/02).
"Vocês jornalistas são tão apaixonados por táticas e sistemas, falam disso por horas. [...] No futebol moderno há apenas sistemas para o jogo defensivo. No ataque há fluidez total, seis jogadores que movem e trocam de posição com frequência sem que haja um ponto de referência. Por isso, perguntas sobre o estilo de jogo me irritam", disse.
Crédito:Reprodução Capa da Gazzetta dello Sport com Seedorf Segundo ele, durante a carreira, gastou "no máximo 500 euros com jornais". "Gosto de fazer minha autoavaliação, mas não gosto de ser influenciado por outros que só te criticam sem entender nada", disse. Além de criticar as análises táticas dos diários esportivos, o ex-jogador afirmou que era o que mais cobrava os companheiros enquanto foi jogador do Botafogo.
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"Vocês jornalistas são tão apaixonados por táticas e sistemas, falam disso por horas. [...] No futebol moderno há apenas sistemas para o jogo defensivo. No ataque há fluidez total, seis jogadores que movem e trocam de posição com frequência sem que haja um ponto de referência. Por isso, perguntas sobre o estilo de jogo me irritam", disse.
Crédito:Reprodução Capa da Gazzetta dello Sport com Seedorf Segundo ele, durante a carreira, gastou "no máximo 500 euros com jornais". "Gosto de fazer minha autoavaliação, mas não gosto de ser influenciado por outros que só te criticam sem entender nada", disse. Além de criticar as análises táticas dos diários esportivos, o ex-jogador afirmou que era o que mais cobrava os companheiros enquanto foi jogador do Botafogo.
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