Técnico do Flamengo elogia presença de mulheres jornalistas no Brasil
Após ser questionado por quatro repórteres mulheres em coletiva de imprensa, Jorge Jesus se surpreendeu com a presença feminina na cobertura
Atualizado em 30/07/2019 às 10:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O técnico português Jorge Jesus, do Flamengo, se surpeeendeu com a presença feminina na coletiva de imprensa após a vitória do Flamengo diante do Botafogo, por 3-2, no domingo.
Crédito:Reprodução
Após ser questionado por quatro repórteres mulheres, ele disse: “Fico muito satisfeito por vocês terem uma paixão muito grande pelo futebol e por saberem colocar essas questões”
Segundo ele, a presença feminina não é comum na Europa. “Eu estou habituado, na minha carreira de treinador, a muitas conferências de imprensa. Aqui, fico satisfeito. Na Europa, não se vê tantas jornalistas”, realçou.
Por anos discriminadas, as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço no jornalismo esportivo. No ano passado, durante a Copa do Mundo, quase todos os canais da TV fechada tiveram vozes femininas narrando jogos. A presença nas bancadas de esportes e no campo também tem crescido.
Uma outra conquista liderada por elas, em 2018, foi o movimento #DeixaElaTrabalhar contra o assédio e os abusos que sofriam no dia a dia de trabalho.
Crédito:Reprodução
Após ser questionado por quatro repórteres mulheres, ele disse: “Fico muito satisfeito por vocês terem uma paixão muito grande pelo futebol e por saberem colocar essas questões”
Segundo ele, a presença feminina não é comum na Europa. “Eu estou habituado, na minha carreira de treinador, a muitas conferências de imprensa. Aqui, fico satisfeito. Na Europa, não se vê tantas jornalistas”, realçou.
Por anos discriminadas, as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço no jornalismo esportivo. No ano passado, durante a Copa do Mundo, quase todos os canais da TV fechada tiveram vozes femininas narrando jogos. A presença nas bancadas de esportes e no campo também tem crescido.
Uma outra conquista liderada por elas, em 2018, foi o movimento #DeixaElaTrabalhar contra o assédio e os abusos que sofriam no dia a dia de trabalho.





