Tabloide de Uganda publica lista de homossexuais após aprovação de lei antigay
Nesta terça-feira (25/2), o tabloide ugandense Pimenta vermelha, (“Red Pepper”, em inglês), publicou uma lista com o “top 200 gays” do país, um dia após o presidente assinar uma lei antigay que penaliza com prisão perpétua a relação entre homossexuais.
Atualizado em 25/02/2014 às 15:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
ugandense Pimenta vermelha , (“Red Pepper”, em inglês), publicou uma lista com o “top 200 gays” do país, um dia após o presidente assinar uma lei antigay que penaliza com prisão perpétua a relação entre homossexuais.
Crédito:Reprodução Jornal listou 200 personalidades homossexuais após aprovação de lei antigay
Segundo o Brasil Post, em uma matéria de capa com a chamada “expostos!”, foram divulgados nomes e algumas fotos de possíveis homossexuais. Na lista, há inclusive ugandenses que “não saíram do armário”, ou não se identificam como gays. De acordo com o ativista gay Pepe Julian Onziema, que está presente na lista feita pelo tabloide, a lei deve provocar atos de violência contra homossexuais, uma estrela do hip hop e um padre católico.
Assim que promulgada a medida, o presidente Yoweri Museveni ressaltou a necessidade de algo para fazer oposição à “campanha do ocidente para promover a homossexualidade em Uganda”. Condenada internacionalmente, a lei poderá levar o corte da ajuda dos EUA ao país.
Crédito:Reprodução Jornal listou 200 personalidades homossexuais após aprovação de lei antigay
Segundo o Brasil Post, em uma matéria de capa com a chamada “expostos!”, foram divulgados nomes e algumas fotos de possíveis homossexuais. Na lista, há inclusive ugandenses que “não saíram do armário”, ou não se identificam como gays. De acordo com o ativista gay Pepe Julian Onziema, que está presente na lista feita pelo tabloide, a lei deve provocar atos de violência contra homossexuais, uma estrela do hip hop e um padre católico.
Assim que promulgada a medida, o presidente Yoweri Museveni ressaltou a necessidade de algo para fazer oposição à “campanha do ocidente para promover a homossexualidade em Uganda”. Condenada internacionalmente, a lei poderá levar o corte da ajuda dos EUA ao país.





