"Tá muito exagerado", diz Fátima Bernardes sobre suposto cachê para campanha

Há dois anos sob o comando do programa "Encontro", a jornalista Fátima Bernardes estrelou pela primeira vez um anúncio publicitário e chamou a atenção do público.

Atualizado em 24/03/2014 às 09:03, por Redação Portal IMPRENSA.

comando do programa "Encontro", a jornalista Fátima Bernardes estrelou pela primeira vez um anúncio publicitário e chamou a atenção do público. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo , a apresentadora, de 51 anos, falou sobre sua saída do "Jornal Nacional" e atuação na área do entretenimento.
Crédito:Divulgação Apresentadora nega que cachê da Seara tenha sido de R$ 5 milhões
Fátima disse acreditar que a campanha para a marca Seara não vai afetar sua credibilidade e que o suposto cachê de R$ 5 milhões é apenas especulação. “Tá muito exagerado, as pessoas falam barbaridades. Não vou falar para ninguém de cachê. Não tem sentido. Assim como nunca falei de salário. É uma questão tão pessoal!”, explicou.
A apresentadora disse que fazer a propaganda não foi uma decisão fácil. “Quando eu saí do jornalismo, vivi uma mudança muito grande. Era quase uma mudança de emprego. E precisava dar um tempo para mim. Recebi muita proposta, de tudo o que pode imaginar. É uma outra forma de rendimento, é uma outra grana que entra. Eu tenho três filhos. Recebi campanha de cigarro, de supermercado. Eu olhava e pensava que poderia ser a 20º campanha, mas não a primeira. Esta [da Seara] tinha uma identificação comigo.”
A jornalista acentuou ainda que pretende levar o "Encontro" a campo para criar uma interação maior com as pessoas. Quanto a Copa, ela avaliou que o cenário será de dois "Brasis: um dentro dos estádios, com festa, e do outro lado, nas ruas, tentando aproveitar o momento para falar de suas necessidades".
Os protestos de junho de 2013, inclusive contra a TV Globo, também viraram assunto da entrevista com Fátima. A apresentadora defendeu a liberdade de imprensa e o trabalho de seus colegas. “É completamente válido [protestar contra a imprensa], usando de respeito e deixando o outro trabalhar. A gente não está ali para se divertir. É legítimo? Tudo bem. Mas eu sei da seriedade do que é feito ali. Eu tenho certeza da idoneidade dos meus colegas e do caráter de todos eles. É claro que eu acho injusto.”