Suspeitos de ataque à "Charlie Hebdo" morrem em cerco policial na França
Segundo a AFP, ação policial causou explosões na gráfica onde os terroristas estavam cercados.
Atualizado em 09/01/2015 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Chérif e Said Kouachi, os irmãos suspeitos de matar 12 pessoas no ataque à revista francesa Charlie Hebdo na última quarta-feira (7/1), foram mortos durante ação policial na tarde desta sexta (9/1). A informação foi confirmada pela prefeita de Paris, Bertrand Delanoë.
Crédito:Reprodução Policiais mataram os supostos terroristas dentro da gráfica
Segundo a AFP, os suspeitos foram encurralados pela manhã numa gráfica, na cidade de Dammartin-en-Goele, a 40 km de Paris. Funcionários da empresa foram feitos reféns pelos terroristas, que teriam decidido atacar os policiais que faziam o cerco.
Os irmãos Kouachi teriam sido mortos na troca de tiros, após barulhos de bombas e disparos terem sido ouvidos nos arredores do local. Em outra operação, os reféns de um mercado na capital francesa também começaram a ser libertados.
O atentado
O ataque à Charlie Hebdo deixou 12 mortos, dois policiais e dez profissionais da revista — entre eles os cartunistas Georgers Wolinski, Cabu (Jean Cabut) e Tignous (Bernard Verlhac), o diretor Stephane Charbonnier (Charb) e economista Bernard Maris, cronista da revista e da rádio France Info.
Crédito:Reprodução Policiais mataram os supostos terroristas dentro da gráfica
Segundo a AFP, os suspeitos foram encurralados pela manhã numa gráfica, na cidade de Dammartin-en-Goele, a 40 km de Paris. Funcionários da empresa foram feitos reféns pelos terroristas, que teriam decidido atacar os policiais que faziam o cerco.
Os irmãos Kouachi teriam sido mortos na troca de tiros, após barulhos de bombas e disparos terem sido ouvidos nos arredores do local. Em outra operação, os reféns de um mercado na capital francesa também começaram a ser libertados.
O atentado
O ataque à Charlie Hebdo deixou 12 mortos, dois policiais e dez profissionais da revista — entre eles os cartunistas Georgers Wolinski, Cabu (Jean Cabut) e Tignous (Bernard Verlhac), o diretor Stephane Charbonnier (Charb) e economista Bernard Maris, cronista da revista e da rádio France Info.





