Supremo venezuelano proíbe imprensa de divulgar imagens de linchamentos
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Venezuela proibiu a imprensa de divulgar imagens de linchamentos. O órgão avalia que a divulgação não apresenta valor informativo e produz "um grave risco de alteração da ordem social e da estabilidade psíquica e emocional dos usuários".
Atualizado em 09/06/2016 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
(STJ) da proibiu a imprensa de divulgar imagens de linchamentos. O órgão avalia que a divulgação não apresenta valor informativo e produz "um grave risco de alteração da ordem social e da estabilidade psíquica e emocional dos usuários".
Crédito:Divulgação
Governo vetou divulgação de imagens de linchamento
De acordo com a Agência Lusa, o Supremo destacou que noticiar os casos é importante, mas que é preciso ser responsável e evitar um efeito psicológico negativo na população. Para o tribunal, os vídeos causam "perturbação e intranquilidade na sociedade, o que poderia ocasionar um caos social".
A decisão foi tomada após um pedido de um advogado que manifestou temor de ser vítima de linchamento depois que os portais La Patilla e Caraota Digital divulgaram uma série de vídeos de ataques no país.
Em 2004, o Supremo venezuelano proibiu a imprensa de divulgar informações sobre o homicídio do procurador Danilo Anderson, por considerar que atrapalhavam as investigações. Três anos depois, impediu que os publicasse imagens com conteúdo violento. Há dois anos, os veículos também não podem veicular anúncios classificados com conteúdo sexual.
Crédito:Divulgação
Governo vetou divulgação de imagens de linchamento De acordo com a Agência Lusa, o Supremo destacou que noticiar os casos é importante, mas que é preciso ser responsável e evitar um efeito psicológico negativo na população. Para o tribunal, os vídeos causam "perturbação e intranquilidade na sociedade, o que poderia ocasionar um caos social".
A decisão foi tomada após um pedido de um advogado que manifestou temor de ser vítima de linchamento depois que os portais La Patilla e Caraota Digital divulgaram uma série de vídeos de ataques no país.
Em 2004, o Supremo venezuelano proibiu a imprensa de divulgar informações sobre o homicídio do procurador Danilo Anderson, por considerar que atrapalhavam as investigações. Três anos depois, impediu que os publicasse imagens com conteúdo violento. Há dois anos, os veículos também não podem veicular anúncios classificados com conteúdo sexual.





